- O cantor, compositor e instrumentista Noca da Portela, cujo nome de batismo era Osvaldo Alves Pereira, morreu aos 93 anos.
- A Portela informou a morte e o qualificou como um dos grandes nomes da história da escola de samba.
- Chegou à Portela na década de sessenta, levado por Paulinho da Viola, integrou o Trio ABC ao lado de Picolino e Colombo e ficou marcado por sambas como Portela Querida e O Homem de Pacoval (1976).
- Noca venceu sete vezes a disputa de samba-enredo pela Majestade do Samba, posição que o coloca entre os maiores vencedores da agremiação.
- Integrante da Velha Guarda Show da Portela, ele deixa um legado na música popular brasileira e no Carnaval carioca; a Portela manifestou solidariedade aos familiares e à comunidade do samba.
Noca da Portela, cantor, compositor e instrumentista, morreu aos 93 anos. A informação foi anunciada pela escola de samba Portela, que o descreveu como um dos grandes nomes da história da agremiação.
O baluarte, cujo nome de nascimento era Osvaldo Alves Pereira, integrou o Trio ABC da Portela, ao lado de Picolino e Colombo. Contribuiu com obras emblemáticas como Portela Querida e o samba-enredo O Homem de Pacoval, de 1976, marcando gerações de fãs.
Ao longo da carreira, Noca venceu sete vezes a disputa de samba-enredo da Majestade do Samba, consolidando-se entre os maiores vencedores da Portela. Entre os sambas vitoriosos estão Recordar é viver (1985), Gosto que me enrosco (1995), Os olhos da noite (1998) e ImaginaRIO, 450 Janeiros de uma Cidade Surreal (2015).
Integrante da Velha Guarda Show da Portela, Noca deixou uma extensa obra com centenas de sambas e recebeu reconhecimento como uma das personalidades mais respeitadas do Carnaval Carioca. A Portela manifestou solidariedade aos familiares, amigos e à comunidade do samba, ressaltando o legado de amor à música popular brasileira e à agremiação.
Confraternizações de fãs e artistas nas redes sociais prestaram homenagens a Noca, destacando sua importância para o samba no Rio de Janeiro. A repercussão enfatiza o papel dele na história da Portela e no Carnaval carioca.
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