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Como o conto de fadas deturpado de Is God Is migra dos palcos às telas

Roteirista Aleshea Harris estreia adaptação de Is God Is para o cinema, com apoio de Beyoncé e elenco negro, explorando vingança feminina em tom gótico sulista

Is God Is
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  • Aleshea Harris transformou a peça Is God Is em filme, ainda sem previsão de estreia no Brasil.
  • A história segue as gêmeas Racine e Anaia em uma jornada de vingança contra o pai, revelando que a mãe pode estar viva.
  • O elenco inclui Sterling K. Brown, Vivica A. Fox, Kara Young, Mallori Johnson, Janelle Monáe e Erika Alexander.
  • Beyoncé apoiou o projeto após ver a visão de Harris; a trilha promocional ganhou Ya Ya, escolhida pela cantora, com apoio de Tessa Thompson e Janicza Bravo.
  • As filmagens duraram cerca de 25 dias, com foco em uma estética gótica do sul dos Estados Unidos e inspirações de Kill Bill e Lemonade.

Is God Is passa da cena teatral ao cinema com uma leitura gótica do sul dos Estados Unidos, dirigida pela própria autora. Aleshea Harris adaptou sua peça premiada off-Broadway para um thriller que reúne violência, trauma e vingança sob uma estética marcada pelo realismo mágico.

A história acompanha as gêmeas Racine e Anaia, que sobrevivem a um incêndio provocado pelo pai e recebem a missão de vingar a mãe. Ao descobrir que Ruby ainda está viva, elas enfrentam uma jornada sangrenta por uma versão sombria do Sul profundo, em busca de justiça.

A produção reuniu um elenco veterano e talentos emergentes, com Sterling K. Brown, Vivica A. Fox e Kara Young no núcleo principal, ao lado de Janelle Monáe, Erika Alexander e Mykelti Williamson. A aposta é explorar a força de personagens negros em uma narrativa intensa.

Apoio de grandes nomes e processo criativo

A trajetória contou com o apoio de criadores negros, entre eles Beyoncé, que autorizou o uso de Ya Ya na divulgação. Harris destaca o papel de Tessa Thompson e Janicza Bravo como catalisadores para levar o projeto adiante após o atraso causado pela Covid-19.

Harris também se voltou para dirigir o filme, após ser encorajada pelo dramaturgo Jeremy O. Harris. A mudança de função foi vista pela equipe como etapa decisiva para a construção da estética ritualística e da carga dramática da obra.

A diretora enfatiza a fusão entre violência e humor negro, buscando equilibrar temas de abuso, trauma e poder com uma linguagem visual ousada inspirada em referências como Kill Bill, Lemonade e filmes de ação estilizados. O longa tem cronograma de filmagem curto.

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