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Drake aposta em dance music com Maid of Honour, menos problemática da trilogia

Drake revisita house e eletrônica em Maid of Honour, com mais energia que coesão, resultando em música de pista que funciona, porém é pouco duradoura

Foto: Prince Williams/Wireimage / Rolling Stone Brasil
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  • Drake lançou três álbuns na mesma noite, em 15 de maio; Maid of Honour é o mais elétrico, com foco em pista de dança e produção majoritária de Gordo (nove de 14 faixas).
  • O álbum funciona melhor que Iceman e Habibti, trazendo energia e faixas que grudam, mas sofre com coesão e letras genéricas.
  • Destaques: Which One, com Central Cee, é o single mais dançante; Outside Tweaking, com Stunna Sandy; e Amazing Shape, com Popcaan, entregando vibes caribenhas.
  • A produção se destaca ao equilibrar influências, mas Drake muda a batida em quase todas as faixas, gerando repetição e previsibilidade.
  • Maid of Honour é visto como trilha para festas, não uma obra de arte; surge como tentativa de retorno à eletrônica, com potencial de hits de verão, mas pode ser descartável a longo prazo.

Drake lançou na madrugada de 15 de maio a trilogia de álbuns que acompanha o projeto eletrônico da vez. Maid of Honour aparece como o mais animado, com foco na pista de dança, sem exigir atenção às letras.

O disco é produzido majoritariamente por Gordo, que assina nove das 14 faixas. Maid of Honour segue a linha de Honestly, Nevermind, mas com menos ambição artística e mais energia para clubes.

Apesar da batida envolvente, o conjunto sofre com coesão e letras genéricas. Drake parece ter gravado com rapidez para cumprir contrato, resultando em um trabalho menos sólido que o anterior.

Energia e faixas de destaque

Which One, com Central Cee, surge como o single mais dançante, com versos diretos. Outside Tweaking, com Stunna Sandy, traz batida que mexe o corpo. Amazing Shape, com Popcaan, entrega vibes caribenhas eficazes.

Cheetah Print, parceria com Sexyy Red, aparece entre os momentos fracos, com refrão constrangedor e referência ao Cha Cha Slide. New Bestie e Goose and The Juice passam a ideia de lamentos amorosos.

Síntese crítica

Maid of Honour tem mais energia que Iceman e mais personalidade que Habibti. Tenta algo diferente ao revisitar a eletrônica, mas a execução é irregular. Funciona como trilha de festa, sem exigir leitura de letra.

No conjunto, o álbum sinaliza que Drake pode fazer dance music competente quando quer. Ainda assim, demonstra que a ambição nem sempre acompanha a produção, privilegiando batidas e refrões sobre conteúdo.

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