- Korn realizou no Nubank Parque, em São Paulo, o maior show da banda no Brasil, no último sábado (16), após nove anos sem tocar no país.
- cerca de 55 mil pessoas lotaram o estádio do Palmeiras para ouvir clássicos como Got the Life, Did My Time, Coming Undone e Blind.
- as aberturas ficaram por Black Pantera, Seven Hours After Violet e Spiritbox, apresentando variações entre o metal moderno e o peso do gênero.
- a noite teve chuva moderada que se intensificou, mas não interrompeu a apresentação e acabou virando parte do espetáculo, encerrando com Freak on a Leash e fogos.
- Jonathan Davis pediu desculpas pela demora do retorno ao Brasil e reforçou a promessa de uma próxima passagem mais breve.
Os norte-americanos do Korn realizaram no Nubank Park, em São Paulo, o maior show da banda no Brasil, neste sábado (16). O retorno após nove anos reuniu 55 mil fãs em um espetáculo de cerca de uma hora e meia, marcado pela energia intensa do nu metal.
Antes do grupo principal, o público viu três atos abrir o evento. Black Pantera mostrou riffs rápidos e interação com a plateia. Seven Hours After Violet, liderado por Shavo Odadjian, conectou metal alternativo dos anos 2000 a novas referências. Spiritbox destacou técnica e presença de palco.
A abertura e o elenco de apoio
Pouco antes das 21h30, os riffs de abertura deram espaço ao Korn, que entrou com força para uma plateia ávida por clássicos. O vocalista Jonathan Davis pediu prontidão logo no início, sob acenos de público e dezenas de celulares acesos.
A performance priorizou faixas da fase inicial, como Got the Life, Did My Time e Coming Undone, evidenciando o legado da banda. A seleção agradou quem buscava memória afetiva, sem deixar de lado a potência dos instrumentos.
A chuva e o desfecho
Uma garoa inicial evoluiu para chuva forte durante o set, transformando o estádio em cenário surreal. Mesmo com a água, o público permaneceu firme e a banda manteve a entrega, intensificando o climão dramático.
Logo após Freak on a Leash, fogos de artifício encerraram a apresentação. A banda encerrou com o mesmo ímpeto de quem mostrou que ainda mobiliza grandes públicos em shows ao vivo.
A noite terminou com a percepção de vitória dupla para o Korn: lotar estádios com mérito próprio e manter a força do repertório em performances ao vivo. A banda prometeu retorno ao Brasil em tempo ainda a definir.
Para quem acompanha o cenário musical, o espetáculo reiterou a presença histórica do Korn no Brasil e o peso contínuo do nu metal na memória de fãs e novas audiências.
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