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Famoso morre aos 93 anos após luta contra infecção generalizada

Osvaldo Alves Pereira, o Noca da Portela, morre aos 93 anos após infecção pulmonar evoluir para sepse, deixando legado com sete títulos de samba-enredo na Portela

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  • Morreu aos 93 anos o compositor Osvaldo Alves Pereira, conhecido como Noca da Portela, ícone do samba-enredo da Escola Portela.
  • Ele estava internado desde o dia 30 de abril no hospital Assim Medical São Cristóvão, na Zona Norte do Rio de Janeiro, devido a infecção pulmonar que evoluiu para sepse.
  • A causa definitiva do falecimento foi uma parada cardíaca, conforme divulgado pelo programa Fantástico.
  • A Portela publicou mensagem de luto e prestou homenagem ao legado do artista, destacando sua importância para a história da escola e do samba.
  • Noca integrou o Trio ABC da Portela e venceu sete disputas internas de samba-enredo, com hits como “Recordar é viver” (1985) e “ImaginaRIO, 450 Janeiros de uma Cidade Surreal” (2015).

Osvaldo Alves Pereira, conhecido como Noca da Portela, morreu aos 93 anos no Rio de Janeiro. O falecimento ocorreu no último sábado, 16 de maio, após internação iniciada em 30 de abril no hospital Assim Medical, em São Cristóvão, na Zona Norte. A equipe médica informou que o artista lutava contra uma infecção pulmonar que evoluiu para sepse, levando a uma parada cardíaca como causa final.

Internado há quase três semanas, Noca enfrentava um quadro grave de infecção que atingiu diversos sistemas do corpo. A família ainda não divulgou detalhes sobre horários nem local do velório e do sepultamento. A notícia gerou mobilização entre sambistas e admiradores nas redes.

Legado

Noca foi um dos maiores campeões de samba-enredo da Portela, com participação desde 1960 no célebre Trio ABC da Portela ao lado de Picolino e Colombo.Ao longo da carreira, venceu sete disputas internas de samba-enredo, consolidando-se como uma das principais referências da escola.

Entre os hinos marcantes que assinalaram desfiles na Marquês de Sapucaí estão composições como Recordar é viver, Gosto que me enrosco, Os olhos da noite e ImaginaRIO, 450 Janeiros de uma Cidade Surreal. Sua obra permanece como marco da identidade do samba carioca.

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