- Bruce Springsteen apresentou a faixa de protesto Streets of Minneapolis no penúltimo episódio do Late Show with Stephen Colbert, na véspera do episódio final.
- A música já tinha sido apresentada ao vivo pela primeira vez durante a turnê Land of Hope and Dreams, em tom politicamente carregado.
- Em discurso no palco, Springsteen disse apoiar Colbert e criticou pessoas de “mente pequena” associadas a ações na indústria, mencionando Larry Ellison e David Ellison.
- A apresentação foi uma reação à repressão do ICE na imigração em Minneapolis e aos assassinatos de Renee Good e Alex Pretti.
- O texto aborda rumores sobre o cancelamento do Late Show pela CBS, com relatos sobre possíveis interesses da Paramount e da fusão com a Skydance, citando a administração da empresa.
Bruce Springsteen fechou a véspera do último episódio do Late Show com Stephen Colbert em uma apresentação com tom de mobilização. O músico subiu ao palco para interpretar Streets of Minneapolis, faixa de protesto que ganhou nova leitura ao vivo pela primeira vez durante a turnê Land of Hope and Dreams.
O apresentador anunciou a entrada de Springsteen, que utilizou a ocasião para endossar Colbert e criticar ações de figuras ligadas à administração atual. O cantor citou a importância das liberdades e fez menção a pessoas que, segundo ele, tentam influenciar decisões políticas com apoio a determinados interesses. A apresentação de Streets of Minneapolis foi marcada pelo carregamento emocional da letra criada em resposta à repressão de imigração e a assassinatos envolvendo a comunidade.
Contexto musical e político
A performance ocorreu após uma trajetória de aparições de Springsteen com a E Street Band, que trouxe a faixa ao vivo pela primeira vez durante a turnê que carrega temáticas sociais. O número ganhou destaque pela relação entre a música e debates sobre direitos civis e políticas públicas, alinhando-se ao tom crítico do programa.
Cenário de produção e desdobramentos
O episódio em que o Late Show se encaminhava para o desfecho histórico contou com convidados diversos, incluindo artistas e figuras da cultura. Em paralelo, circulou a leitura de que o cancelamento do programa pela CBS, anunciado no ano anterior, poderia ter vínculos com estratégias de melhoria de imagem para a Paramount, controladora da CBS, segundo especulações da indústria. A empresa é ligada a David Ellison, filho de Larry Ellison, criador da Oracle.
Colbert manteve uma linha de entrevistas que ressaltou temas políticos e acontecimentos atuais, mantendo a programação em tom crítico. Em entrevista ao The New York Times, o apresentador comentou que comediantes atuam de forma anti-autoritária, e que esse enfrentamento é uma característica de seu conteúdo, sem necessariamente indicar apoio a figuras específicas.
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