- Horsegirl, trio de Chicago formado por Penelope Lowenstein, Nora Cheng e Gigi Reece, destaca-se na cena indie com um som minimalista que ganha energia elétrica.
- Em entrevista ao TMDQA!, as integrantes falam sobre evolução musical do grupo e expectativas para o show no Parque Ibirapuera, em São Paulo, durante o C6 Fest.
- A banda valoriza o silêncio e a economia de notas, buscando um som mais claro e atento aos detalhes.
- A produção ganhou impulso com gravações no estúdio The Loft, sob a orientação de Cate Le Bon, que estimulou o desapego para revelar a essência das canções.
- O show no Brasil acontece no contexto do C6 Fest, que traz a crueza da sonoridade norte-americana com novas cores ao ar livre.
Penelope Lowenstein apresenta Horsegirl ao público brasileiro, em edição do C6 Fest, com show programado para o Parque Ibirapuera. A entrevista ao TMDQA! encerra a visão da banda sobre a evolução do grupo e as expectativas para o desempenho.
Formado por Penelope, Nora Cheng e Gigi Reece, o Horsegirl mantém o DNA DIY e uma estética de minimalismo que ganha força na energia de palco. O trio prioriza guitarras limpas e espaços sonoros que abracem o ouvinte, sem abrir mão da intensidade.
A trajetória do grupo nasceu em Chicago, passou pelas salas de aula e ruas da região, e hoje cruza o Atlântico com uma identidade própria. A produção contou com o estúdio The Loft, sob a influência de Cate Le Bon, que ajudou a lapidar a sonoridade sem forçar a imagem da banda.
A experiência no Brasil confere um novo contexto às canções, com a luz natural do Ibirapuera criando camadas que ampliam a percepção dos arranjos. O pelas? cada erro é audível e cada nota tem peso, segundo a leitura da banda sobre o amadurecimento musical.
A banda destacou a importância de manter a essência brasileira ao vivo, conectando o público com a música em um formato que privilegia a escuta atenta. A nota da entrevista reforça a expectativa de presença marcante no palco paulistano.
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