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Duo Tropkillaz explica processo de releitura do repertório de Erasmo Carlos

Duo Tropkillaz participa da releitura de Erasmo Carlos no álbum Mano, com Emicida e nomes do rap; lançamento celebra os 85 anos do ícone

Duo Tropkillaz durante gravação para o álbum "Mano", que homenageia a obra de Erasmo Carlos
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  • Universal Music lança o álbum Mano, homenagem a Erasmo Carlos, com novas versões do repertório do cantor; o lançamento digital ocorre em cinco de junho, dia em que ele completaria 85 anos.
  • Destaque do projeto é a regravação de É Preciso Dar um Jeito, Meu Amigo, com Emicida e Tropkillaz; a faixa ganhou ainda mais projeção por integrar a trilha de Ainda Estou Aqui.
  • O elenco inclui Emicida, Tropkillaz, Criolo, Tássia Reis, Marcelo D2, Dexter, Xamã, Budah, Rael e Tasha & Tracie.
  • O projeto foi idealizado por Léo Esteves, filho de Erasmo Carlos, com produção de Marcus Preto, que já trabalhou com Gal Costa, Angela Ro Ro e Tom Zé.
  • Laudz e Zegon dizem ter feito uma releitura cuidadosa, preservando a voz de Erasmo e o espírito original, imprimindo a identidade do Tropkillaz.

Duo Tropkillaz participa do novo álbum Mano, homenagem a Erasmo Carlos que reúne releituras do repertório do ícone da Jovem Guarda com a participação de nomes influentes do rap. O projeto é lançado pela Universal Music e chega às plataformas digitais em 5 de junho, data em que Erasmo completaria 85 anos.

O disco traz a faixa É Preciso Dar um Jeito, Meu Amigo, originalmente gravada em 1971 e que ganhou nova exposição ao compor a trilha sonora de Ainda Estou Aqui, de 2024. A versão reimaginada traz Emicida ao vocal principal, com o Tropkillaz somando a produção.

André Laudz e Zé Gonzales, conhecidos como Tropkillaz, falam sobre o processo de gravação para a Rolling Stone Brasil. A dupla iniciou a ideia de revisitar obras de Erasmo Carlos há mais de uma década, em 2010, antes mesmo da formação do Tropkillaz, e diz ter visto o projeto ganhar novo impulso com a participação de Emicida.

Segundo eles, a releitura manteve elementos da versão original, buscando respeitar a voz de Erasmo e o timbre do arranjo. A adaptação buscou uma roupagem contemporânea que combine com a identidade do Tropkillaz, sem perder a essência histórica da faixa.

Além de Emicida e Tropkillaz, o álbum conta com contribuições de Criolo, Tássia Reis, Marcelo D2, Dexter, Xamã, Budah, Rael e Tasha & Tracie. Mano foi idealizado por Léo Esteves, filho de Erasmo Carlos e gestor do acervo do artista, em parceria com Marcus Preto, produtor ligado aos últimos discos do cantor da Jovem Guarda.

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