- Pesquisa do POPline aponta que 94,1% dos emos dos anos 2000 ainda têm guitarras e bateria como sonoridade dominante, com o rock sendo o gênero favorito.
- Entre as bandas, NX Zero foi citada por 88% dos entrevistados como uma das favoritas, seguido por Avril Lavigne, Fresno e My Chemical Romance, cada um com 76,5%.
- Outros artistas comuns na lembrança dos participantes incluem Paramore (67,7%) e Simple Plan (58,8%).
- O amadurecimento é visto como fator para ampliar o gosto musical, mantendo o emo como base, mas permitindo outros gêneros.
- Di Ferrero, do NX Zero, afirma que a geração dos anos 2000 é mais eclética e menos preconceituosa em relação a estilos diferentes dentro do rock e do pop.
O POPline realizou uma pesquisa para entender o que os emos dos anos 2000 escutam hoje. O estudo analisa a transição de quem viveu o auge da cultura emo para a vida adulta, em meio à ampliação da internet e das descobertas musicais.
Os resultados mostram que a identidade musical permanece ligada ao rock. Cerca de 94,1% dos entrevistados afirmaram manter guitarras e baterias como base das playlists, mesmo após o amadurecimento. O estilo continua presente no cotidiano.
Ainda segundo a pesquisa, 88% citam NX Zero entre as bandas favoritas, seguido por Avril Lavigne, Fresno e My Chemical Romance, todos com destaque acima de 76%. Paramore (67,7%) e Simple Plan (58,8%) também aparecem com frequência.
O que mudou ao longo do tempo
O estudo aponta que o amadurecimento influenciou a ampliação de hábitos musicais, sem necessariamente abandonar o emocore. O público relata usar a música como ferramenta para lidar com o estresse e a rotina, mantendo a identificação com o gênero.
Di Ferrero, vocalista do NX Zero, reforça que a geração dos anos 2000 se tornou mais eclética. A banda foi citada como exemplo de transição, mantendo fãs que gostam de rock e pop sem rigidez de rótulos.
Bandas que amadurecem com o público
Mesmo com novos nomes que flertam com o emo, as bandas da origem permanecem ativas e evoluem. Paramore aproxima-se mais do rock alternativo, sem abandonar elementos do emo, especialmente em álbuns recentes como This Is Why.
Fresno mantém semelhanças com o seu DNA emocional, ao mesmo tempo em que explora sonoridades pop e alternativas em lançamentos como Sua Alegria Foi Cancelada e Vou Ter Que Me Virar. O movimento emo continua vivo para o público.
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