- A Virada Cultural de São Paulo abriu no palco Anhangabaú com João Carlos Martins, reunindo a Bachiana Filarmônica Sesi-SP e a bateria da Mocidade Alegre, em meio à chuva que caiu à tarde.
- O show, previsto para as 17h, começou com 20 minutos de atraso, enquanto a plateia aumentava aos poucos; a chuva cedeu durante a apresentação.
- Martins abriu com a Quinta Sinfonia de Beethoven e, em seguida, tocou Libertango ao piano, com a participação do maestro Laercio Diniz para a condução da peça.
- O maestro homenageou a escola de samba Vai-Vai ao apresentar o samba-enredo “A música venceu”, campeão do Carnaval de 2011.
- A apresentação terminou com uma colaboração da bateria da Mocidade Alegre, unindo música clássica e samba, e Martins encerrou improvisando com o samba “Trem das Onze”.
A Virada Cultural abriu no centro de São Paulo com um concerto que reuniu música clássica e samba no palco do Anhangabaú. O início ocorreu com 20 minutos de atraso, em meio a chuva e frio que afetaram o público ainda chegando.
O espetáculo contou com a Bachiana Filarmônica Sesi-SP e a bateria da Mocidade Alegre, sob a condução de Mestre Sombra. O maestro João Carlos Martins apresentou Beethoven e o samba-enredo de Vai-Vai em homenagem à agremiação.
A apresentação incluiu a Quinta Sinfonia de Beethoven e a peça Libertango ao piano, com participação de Laercio Diniz. Ao longo do show, houve destaque para a interação entre orquestra e baterias paulistas.
Homenagem à Vai-Vai e desfecho
Entre as homenagens, o samba-enredo A música venceu foi dedicado à Vai-Vai, campeã de 2011. O set final teve a Mocidade Alegre acompanhando Martins em uma passagem entre gêneros, encerrando com Trem das Onze em clima de improviso.
O encerramento ocorreu em meio à plateia ainda reunida, que acompanhou o desfecho com apelos de presença constante no evento. A Virada Cultural segue com outras atrações neste sábado.
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