- No Palco Arouche da Virada Cultural, Ajulliacosta protestou contra o feminicídio ao interpretar a faixa “Liberdade” com uma bandeira do Brasil pintada com os dizeres “mulheres vivas”.
- A plateia era principalmente composta por mulheres negras.
- Durante o show, a artista também confrontou Donald Trump ao interpretar o sucesso “O que a Julia Vai Ser”.
- O show começou às 16h16 e ocorreu sem telões; parte do público subiu em bancos e houve pessoas em sacadas de prédios para acompanhar.
- Ao fim, a cantora destacou o papel de referência para a nova geração e agradeceu à plateia, dizendo que finalizar o show na Virada Cultural é um sonho.
Na Virada Cultural, a rapper Ajulliacosta destacou uma bandeira durante apresentação no Palco Arouche, em São Paulo. Em trechos da faixa Liberdade, ela exibiu um cartaz com o escrito mulheres vivas, apontando o feminicídio como tema central do protesto.
A apresentação ocorreu neste domingo, com início por volta das 16h16. O show foi marcado por cenário de improviso: telão ausente, público subindo em bancos para assistir e moradores de sacadas acompanhando o ato.
Aperformer da nova cena do rap feminino, Ajulliacosta usou o momento para chamar atenção às altas taxas de feminicídio no Brasil, conectando a mensagem à identidade de uma plateia majoritariamente formada por mulheres negras.
Público e impacto
O público, principalmente mulheres negras, acompanhou com emoção a performance. Ajulliacosta afirmou, em entrevista à Folha, que a presença representa referência e incentivo para as novas gerações no cenário do rap nacional.
Antes de encerrar, a artista interpretou Set AJC 2 e reforçou o orgulho pela cena do rap feminino. Ela agradeceu a plateia e confirmou que finalizar o show na Virada Cultural, no centro de São Paulo, é um sonho.
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