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Alexandre Pires faz roda de pagonejo no Anhangabaú na Virada Cultural

Alexandre Pires encerra a Virada Cultural no Anhangabaú com Pagonejo Bão, mesclando pagode, samba e sertanejo, após atraso de trinta e cinco minutos; desmaio no público

Alexandre Pires se apresenta no palco Anhangabaú da Virada Cultural 2026, em São Paulo
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  • Alexandre Pires encerrou o palco do Vale do Anhangabaú na Virada Cultural, em São Paulo, com show que iniciou às 19h05 e terminou às 20h30 no sábado, 24.
  • O repertório reuniu sucessos da carreira solo, canções do Só Pra Contrariar, além de releituras sertanejas, samba e pagode.
  • Destaques incluíram “Tira Ela de Mim”, “Cigano” e faixas do Só Pra Contrariar, como “Depois do Prazer” e “Essa Tal Liberdade”, cantadas pelo público em coros.
  • O setlist trouxe ainda sertanejo, com “O que É que Eu Faço” (Zezé Di Camargo & Luciano), e “Leilão” e “Ciumenta” (César Menotti & Fabiano), alinhando-se à turnê Pagonejo Bão.
  • A Virada contou com público majoritariamente autônomo de fãs de diferentes fases da carreira; houve atendimento médico a uma mulher que desmaiou no início do show.

O cantor Alexandre Pires abriu a sequência de apresentações do palco do Vale do Anhangabaú, em São Paulo, durante a Virada Cultural. O show aconteceu na noite deste sábado (24), iniciou às 19h05 e encerrou às 20h30, mantendo o público envolvido com uma mistura de pagode, samba e sertanejo.

Logo no início, uma mulher desmaiou no meio da plateia e recebeu atendimento rápido do Corpo de Bombeiros. A apresentação seguiu sem interrupções, com a produção mantendo a organização do evento e o público em clima de participação.

Repertório e foco da turnê

Entre os sucessos, o público ouviu temas da carreira solo de Pires, além de tracks do grupo Só Pra Contrariar, como também releituras de samba, pagode e serenatas sertanejas. Destaques incluíram Tira Ela de Mim, Cigano, Depois do Prazer, Essa Tal Liberdade e Que Se Chama Amor, cantadas em uníssono pelos presentes.

A lista incluiu ainda faixas sertanejas como O que É que Eu Faço, de Zezé Di Camargo & Luciano, e composições de César Menotti & Fabiano. As escolhas dialogaram com a proposta da turnê Pagonejo Bão, que o artista apresenta em 2026 ao misturar pagode e sertanejo.

Clássicos do samba e do pagode também estiveram no set, com Não Deixe o Samba Morrer, Temporal e Marrom Bombom. O público presente era majoritariamente formado por fãs de diferentes fases da carreira de Pires, desde os tempos de Só Pra Contrariar até os projetos mais recentes.

Entre os fãs, houve relatos de quem viajava de outras cidades para ver o show no centro da capital paulista. A presença de jovens e adultos reforçou a ideia de que o evento atrai públicos variados, interessados na diversidade do setlist.

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