- Di Ferrero lança o álbum Se7e e comenta que a nova fase prioriza saúde mental e autenticidade, mantendo distância de engajamento por cliques.
- Em entrevista à POPline, ele afirmou que propostas polêmicas para viralizar geram curto‑prazo, mas prejudicam a carreira a longo prazo.
- O cantor relembra a pressão de aceitar grandes apostas financeiras após se recuperar da Covid‑19 e diz ter escolhido não se desviar de sua essência.
- Di Ricardo ressalta evolução ao lidar com haters desde os tempos do NX Zero, mantendo postura pacífica e sem rancor com críticas passadas.
- Ele afirma que não precisa devolver críticas na mesma moeda e defende uma abordagem humana e honesta com o público.
Di Ferrero está em uma nova fase da carreira e lança o álbum Se7e. O projeto reflete aprendizados e a evolução do artista, que prioriza saúde mental e autenticidade. Em entrevista à POPline, ele fala sobre bastidores da fama e a proteção de sua paz.
O músico relembra momentos em que recusou propostas financeiras elevadas para manter o equilíbrio emocional. Também analisa o impacto de haters desde os tempos da NX Zero e como lida com críticas no meio musical.
Polêmicas e engajamento
Di Ferrero critica o uso de polêmicas para gerar engajamento, afirmando que o caminho do clique fácil pode prejudicar a carreira a longo prazo. Ele destaca a necessidade de honestidade com o público e de sustentar falhas com transparência.
O artista aponta que a busca por cliques pode levar a novas polêmicas mais fortes e a uma dependência de conteúdo provocativo. Segundo ele, é essencial manter a humanidade e a verdade no discurso público.
Da era emo à maturidade
Ele relembra a época da cena emo dos anos 2000, quando críticas eram mais agressivas no cenário do rock. Hoje, lê comentários sem deixar que eles o desequilibrem, e encara as críticas com humor.
Di ressalta que não precisa devolver ofensas com a mesma moeda. A postura de empatia é destacada ao falar de antigos críticos, como Tico Santa Cruz, ressaltando que prefere evitar rancor.
O que pesou na escolha de Se7e
Em relação ao álbum Se7e, o cantor enfatiza que a coragem de negar propostas que não condizem com sua identidade foi decisiva. Ele reforça que recusas podem ser estratégicas para preservar a integridade e a consistência artística.
O artista cita casos de oportunidades financeiras após a recuperação da Covid-19, nas quais optou por não aceitar. A ideia central é manter a ética e a coerência com a própria história musical.
Di Ferrero comenta que o segredo para o futuro é não agradar a qualquer custo, mesmo diante de grandes ofertas. O aprendizado citado: manter a essência ao seguir em frente com o novo trabalho.
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