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Ebony defende rap sem comparação entre homens e mulheres

Ebony estreia na Virada Cultural defendendo rap sem comparação entre gêneros e destacando a presença feminina, com ocorrências limitadas a furto e atendimentos por álcool

Ebony na Virada Cultural 2026
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  • Ebony estreou na Virada Cultural de São Paulo, na madrugada deste domingo, 24, no Palco Arouche.
  • A abertura do show contou com a música “Parte do Mundo”, do álbum KM2, último lançamento da cantora.
  • A rapper, que soma 2,3 milhões de ouvintes mensais no Spotify, destacou que o público formado por jovens mulheres reforça a representatividade do rap.
  • O palco teve apenas cantoras na programação, e Ebony afirmou que não é necessário comparar o rap feminino com o masculino.
  • Entre os hits apresentados, houve a performance de faixas como “Gin com suco de laranja” e “Extraordinária”, além de músicas do início da carreira; a interpretação de “Espero Que Entendam” foi especialmente aplaudida.
  • A organização informou que o show ocorreu dentro do planejado; houve uma ocorrência de furto de celular e seis atendimentos por intoxicação alcoólica, realizados pelos bombeiros.

A rapper Ebony estreou na Virada Cultural de São Paulo na madrugada deste domingo, 24, no Palco Arouche. O show abriu com Parte do Mundo, faixa do álbum KM2. A apresentação ocorreu durante o evento cultural na capital paulista, com apoio da organização do festival.

Na entrevista à Folha, Ebony destacou a presença de jovens meninas e mulheres na plateia, dizendo que o rap passa a ocupar o mesmo espaço que o pop e o MPB para esse público. A artista ressaltou a importância de valorização e representatividade.

Ebony é uma das figuras mais conhecidas do rap brasileiro, com 2,3 milhões de ouvintes mensais no Spotify. Em seus shows, a rapper costuma usar letras que falam de experiências pessoais e fortalecem a ideia de representatividade feminina.

O set contou apenas com cantoras na programação, o que Ebony considerou relevante para a promoção do movimento. Ela afirmou que não é necessário comparar o rap feminino ao masculino para que haja reconhecimento.

Entre os temas executados estiveram sucessos como Gin com suco de laranja e Extraordinária, além de faixas do começo da carreira. Um dos momentos mais aclamados foi a canção Espero Que Entendam, que critica a indústria musical sem atacar artistas específicos.

Segundo a organização da Virada Cultural, o evento ocorreu sem imprevistos relevantes. Serviços de assistência, ambulâncias e a atividade da polícia registraram apenas um furto de celular e seis atendimentos por intoxicação alcoólica.

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