- No segundo dia da Virada Cultural, Marina Sena subiu ao palco do Vale do Anhangabaú às 17h, com o repertório do álbum Coisas Naturais (2025.1)
- Chuva forte caiu enquanto o público aguardava; a chuva se dispersou no início do show
- A apresentação teve estética mística, referências a Ney Matogrosso e abertura com a faixa Meu Domínio
- O set incluiu canções de Coisas Naturais e hits da carreira solo, como Me Toca, Pelejei e Por Supuesto
- Também entrou o repertório de Vício Inerente (2023), com Que Tal, Dano Sarrada e Pra Ficar Comigo; o show foi um dos mais procurados da edição de 2026
Marina Sena realizou show no segundo dia da Virada Cultural, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, neste domingo, 24. A apresentação começou por volta das 17h, mesmo diante de chuva que caiu sobre o local durante a espera da plateia. O público seguia chegando enquanto a artista se preparava no palco.
Ela iniciou o set com a faixa Meu Domínio, apresentando a personagem mística que acompanha o repertório de Coisas Naturais, seu terceiro álbum solo de 2025. A produção combinou simbolismo visual e referências de Ney Matogrosso nos tempos de Secos & Molhados.
O show seguiu com faixas que trazem brasilidade, batuques e influências latinas, incluindo Numa Ilha e a faixa-título do álbum. A chuva se dispersou durante as primeiras músicas, ajudando a prosseguir o espetáculo.
Marina Sena também trouxe canções do início da carreira solo, como Me Toca, Pelejei e Por Supuesto, com arranjos que enfatizaram o pop abrasileirado e o protagonismo da artista no palco.
Vício Inerente, de 2023, ganhou espaço no repertório, com versões de Que Tal, Dano Sarrada e Pra Ficar Comigo. A seleção reforçou a diversidade de influências presentes no show e na discografia da cantora.
A performance, uma das mais procuradas da Virada Cultural de 2026, evidenciou a afirmação de Marina Sena como uma das maiores revelações do pop contemporâneo no Brasil, mantendo o público engajado ao longo do set.
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