- MC Luanna apresentou o álbum Irrefreável no Palco Arouche da Virada Cultural de São Paulo, na madrugada de domingo (24).
- Além das faixas lançadas em 18 de março, a cantora incluiu os hits Maldita, 99 Problemas e Combate.
- Um momento marcante foi a performance de 44, título que faz referência à casa da artista em São Paulo e à sua identidade: Luanna do 44.
- A MC afirma o espaço feminino na cena e usa as músicas para discutir gênero e raça.
- Com o tempo disponível, o set também teve faixas de funk proibidão, como +18, Ainda Sento no meu Ex e Botando, em parceria com Mello Santana.
A cantora e compositora MC Luanna apresentou o álbum Irrefreável no Palco Arouche, durante a Virada Cultural de São Paulo. O evento ocorreu na madrugada deste domingo, 24, em formato de show de lançamento.
O repertório incluiu faixas lançadas em 18 de março deste ano, além de sucessos como Maldita, 99 Problemas e Combate. Luanna destacou a presença de público diverso e a atmosfera de celebração de identidade e cidadania.
Para a artista, o medo inicial de subir ao palco ficou para trás ao ver a plateia engajada, cantando junto. Ela revelou que, mesmo com o horário tardio, houve sensação de responsabilidade em cumprir o papel do show.
Nascida em Ubaitaba, Bahia, Luanna mudou-se com a mãe para São Paulo ainda criança. O começo da trajetória ganhou visibilidade com o hit Bonde da Hello Kit, em 2021, que ajudou a consolidar o público.
Um momento de forte conexão com fãs aconteceu durante a apresentação da faixa 44, que faz referência ao número da casa onde passou a ser conhecida como Luanna do 44. O símbolo ganhou significado próprio na carreira.
As composições da MC reforçam o espaço feminino na cena musical e ampliam o debate sobre gênero e raça, marca de seu trabalho.
Repertório e participação especial
Dentro do tempo permitido pelo festival, Luanna incluiu o set de funk proibidão com as faixas +18, Ainda Sento no meu Ex e Botando, em parceria com o produtor e DJ Mello Santana.
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