- Sidney Magal encerrou a programação do palco da Freguesia do Ó na Virada Cultural, em São Paulo, neste domingo.
- Fãs vestidas como cigana dançaram desde o começo até o fim da apresentação, recebendo rosas do cantor.
- A aposentada Tânia José Maria, de 60 anos, conseguiu uma das flores e disse que realizava um sonho ao ver o ídolo.
- Magal dedicou o show a Edy Star e lembrou o AVC que sofreu em 2023, usando humor ao falar sobre interpretar músicas.
- Ele comentou o público menor no sábado devido à chuva e elogiou quem enfrentou o tempo, além de fazer referência a uma versão de Corazón Partío com Menos é Mais durante o set latino.
No domingo (24), Sidney Magal encerrou a programação do palco da Freguesia do Ó, na zona norte de São Paulo, durante a Virada Cultural. O cantor carioca fez um show com humor sobre a própria idade, homenagens à música brasileira e interação constante com o público. O clima frio da tarde não comprometeu a animação da plateia.
Durante a apresentação, um grupo de fãs vestidas como a cigana Sandra Rosa Madalena dançou do primeiro acorde de Palco até o fim do setlist. Magal distribuiu rosas ao público, momento festejado pelas fãs que vinham acompanhando o show.
Rosa para fãs cigana
Entre as dedicatórias, uma torção de emoção ficou para a aposentada Tânia José Maria, de 60 anos, que conseguiu pegar uma flor jogada pelo artista. Ela relatou à Folha que sempre idolatrara Magal desde a adolescência e viveu um sonho ao conhecer o ídolo.
Magal aproveitou para conversar com a plateia entre uma música e outra, incluindo uma homenagem ao amigo Edy Star, músico falecido em 2025. O artista afirmou que recebia sempre bem quando voltava a São Paulo.
Recordações e repertório
O cantor relembrou, com leveza, o AVC que sofreu em 2023 e brincou sobre interpretar a música Me Chama que Eu Vou, citando receio de “baixar a bola” no palco. Também comentou o público presente no sábado, no Largo do Paissandu, que enfrentou chuva para acompanhar o show.
Na metade latina do repertório, Magal executou Corazón Partío, de Alejandro Sanz, citando a versão em português gravada pelo grupo Menos é Mais e pedindo que a plateia cante o refrão adaptado. O tom foi de nostalgia e interação com a plateia.
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