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Virada Cultural 2026 chega ao fim com shows marcantes e Masp aberto até madrugada

Masp fica aberto durante toda a madrugada pela primeira vez na história, marcando o encerramento da Virada Cultural de 2026

Virada Cultural 2026 chega ao fim após shows marcantes e Masp aberto na madrugada; veja destaques
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  • Virada Cultural de 2026 chegou ao fim em São Paulo na noite de domingo, 24, após dois dias de shows gratuitos, com madrugada viva e Masp aberto pela primeira vez na madrugada.
  • Manu Chao abriu a madrugada no Anhangabaú, incluindo os hits Me Gustas Tu e São Paulo Motoboy no repertório.
  • Gaby Amarantos animou o palco São João, mas criticou a organização do evento, citando queda de energia; a Prefeitura não se posicionou até o momento.
  • Masp e Theatro Municipal ficaram abertos durante a madrugada; no Municipal houve shows de punk com As Mercenárias, além de apresentação de Di Melo e Gretchen.
  • A operação de segurança envolveu Polícia Militar, Polícia Civil, Guarda Civil Metropolitana, drones, equipes à paisana e câmeras Smart Sampa, em meio a chuva e frio que acompanharam o fim de semana.

A Virada Cultural 2026 chegou ao fim em São Paulo após 24 horas de atividades gratuitas com shows e experiências artísticas. O encerramento ocorreu na madrugada deste domingo, 24, com apresentações que contabilizaram público ao longo do centro, mesmo em meio a chuva e frio.

A programação aconteceu entre a tarde de sábado, 23, e a noite de domingo, 24. Destaque para a abertura com o maestro João Carlos Martins e a participação de artistas nacionais e internacionais, além de atividades no Masp aberto durante a madrugada pela primeira vez.

Manu Chao abriu a madrugada no Anhangabaú, seguido por Gaby Amarantos no palco São João, que integrou críticas à organização em certos momentos devido a falhas de energia. A prefeitura não divulgou posicionamento sobre as críticas.

A virada também mobilizou a segurança pública, com atuação da Polícia Militar, Polícia Civil, Guarda Civil Metropolitana e equipes de apoio privadas, além de monitoramento por câmeras. Drones e equipes à paisana compuseram a operação.

Filas marcaram a movimentação em teatros e museus: Masp e Theatro Municipal abriram na madrugada; o Masp registrou histórico de funcionamento noturno, enquanto o Theatro exibiu shows de punk, incluindo As Mercenárias.

No Theatro Municipal, Di Melo realizou apresentação marcada por público nas galerias. Gretchen também esteve entre as atrações, promovendo o evento com grande repercussão nas ruas do centro.

Sobre o sábado, a abertura ocorreu com a orquestra de João Carlos Martins, seguida por performances de Péricles e Luísa Sonza. A 1Verse realizou a primeira apresentação de uma boy band de K-pop no evento, ainda com parte do grupo ausente.

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, afirmou que a grade de artistas foi definida sem vínculo político. Ele destacou que a Virada tem como objetivo promover entretenimento para todos, sem direcionamento partidário.

A cobertura do Estadão não confirmou números oficiais de público ou de ocorrências até a publicação. Qualquer atualização será divulgada conforme disponível pelas fontes oficiais.

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