- Camping da GR6 na Zona Norte de São Paulo durou mais de doze horas, reuniu cerca de 100 artistas e gerou mais de duzentas músicas e vinte videoclipes.
- O evento, realizado na quarta-feira, 20, ganhou o nome “O Homem Tá Na Casa” e contou com a presença de Rodrigo Oliveira, presidente da GR6, que esteve preso por 28 dias na Operação Narco Fluxo.
- Estavam no elenco produtores, intérpretes e nomes como MC Livinho, MC Ryan SP, MC Guimê, MC Rodolfinho e Rato Love Funk; o local tinha até trinta espaços de gravação.
- A dinâmica de produção envolvia os MCs criando letras sobre batidas apresentadas pelos produtores, com pouca ou nenhuma masterização no momento e um funil de seleção feito pelo marketing da gravadora.
- O ambiente enfatizou o improviso, gerando tanto músicas completas quanto muitas idéias descartadas, enquanto artistas familiares e de outras produtoras circulavam pelo espaço.
Cerca de 100 artistas participaram de um camping de produção musical na GR6, na Zona Norte de São Paulo, com duração superior a 12 horas. Ao todo, foram criadas mais de 200 músicas e 20 videoclipes, em uma ação que reuniu produtores, compositores e intérpretes. O evento ocorreu na última quarta-feira, 20, sob o nome O Homem Tá Na Casa, conforme apuração do g1.
A iniciativa contou com a presença de nomes de peso do funk, incluindo MC Livinho, MC Guimê, MC Ryan SP e MC Davi. Além deles, artistas da nova geração também integraram a espontânea maratona criativa, que funcionou como uma verdadeira plataforma de networking entre produtores e performers. Rodrigo Oliveira, presidente da GR6, foi o principal articulador do encontro.
O camping transcorreu dentro da sede da GR6, um espaço com três andares e cerca de 30 espaços para gravação. Diversos estúdios, cabines menores e áreas de reunião foram adaptados para a produção de faixas, com salas de marketing dedicadas à catalogação e prioridade de divulgação.
Ao longo da noite, o ambiente mostrou a dinâmica de produção em larga escala: estúdios lotados, artistas improvisando melodias sobre batidas, e o fluxo constante de pessoas circulando pelos corredores. A rotina incluiu gravações rápidas, ajustes na letra e alterações no beat, sem um processo de masterização formal.
Entre os relatos, houve lembranças da diversidade de trajetórias dentro do meio. Um acelerado ciclo de criação permitiu a inserção de novas parcerias, além de oportunidades para artistas emergentes gravarem com participantes de peso da cena, conforme relatos de produtores presentes.
Mudança de ritmo e impactos do evento
O camping também evidenciou os desafios logísticos de sessões prolongadas, com a presença de pessoas não identificadas no circuito criativo e dificuldades de deslocamento dentro da estrutura. Mesmo assim, os organizadores ressaltaram que o formato facilita encontros criativos rápidos e o surgimento de novidades sonoras.
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