- Linda Perry afirma, em entrevista à NME, que iria produzir o álbum sucessor de American Idiot, mas o plano caiu por falta de coragem de Billie Joe Armstrong.
- Ela diz ter cancelado seis meses de trabalhos para se dedicar ao Green Day, mas o projeto não avançou devido a um vazamento e à reação negativa dos fãs.
- Perry relembra que Courtney Love teria contado a todos que ela estava produzindo, o que gerou críticas dos fãs por “trazer Linda Perry” para o projeto.
- Na época, a equipe do Green Day negou publicamente que Perry fosse escalada, mantendo Rob Cavallo como produtor; o álbum acabou sendo produzido por Butch Vig.
- Perry comenta que Armstrong não retornou ligações após a repercussão, caracterizando a atitude como covarde e dizendo ter perdido respeito pelo músico.
Em entrevista à NME, Linda Perry revisita a relação com o Green Day durante os bastidores do que seria o álbum sucessor de American Idiot. Segundo a compositora, produtora e ex-vocalista do 4 Non Blondes, o projeto chegou a avançar, mas acabou cancelado por crises criativas do líder da banda.
Perry afirma que Billie Joe Armstrong buscou apoio criativo quando a banda buscava novos caminhos após o sucesso de American Idiot. Ela descreve o momento como de peso pessoal para o vocalista, sugerindo que ele sentia ter pouco a dizer artisticamente.
A produção chegou a receber o sinal verde e Perry disse ter organizado sua agenda, cancelando seis meses de outros compromissos para se dedicar ao Green Day. Contudo, a cantora aponta que um vazamento sobre a participação dela gerou reação negativa de fãs.
Mudança de cenário e réplica da banda
A justificativa oficial da equipe do Green Day, na época, foi de que Perry não integraria o projeto, mantendo Rob Cavallo como produtor. O álbum seguinte, 21st Century Breakdown, saiu em 2009 com produção de Butch Vig.
Mesmo anos depois, Perry mantém a visão de que houve uma atitude considerada covarde por parte de Armstrong diante da repercussão pública, resultando no encerramento da parceria. Ela afirma ter perdido meses de trabalho e respeito pela atitude do músico.
Fontes: entrevista de Linda Perry à NME e cobertura pública da época sobre o tema, com retratos usados pela imprensa musical, incluindo Rolling Stone Brasil.
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