- Show de despedida do Sepultura está confirmado para o dia 7 de novembro, no Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo.
- A turnê Celebrating Life Through Death, iniciada em 2024, chegará ao fim com esse último show.
- A apresentação deverá contar com Derrick Green, Andreas Kisser, Paulo Jr e Greyson Nekrutman, e é produzida pela Live Nation.
- A ideia é transformar o evento em uma celebração da carreira da banda, com convidados especiais ainda não confirmados.
- Os fundadores Max Cavalera e Iggor Cavalera não devem participar; ambos negaram o convite para subir ao palco.
O Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo, receberá o último show da carreira do Sepultura, marcado para 7 de novembro. A apresentação encerra a turnê de despedida Celebrating Life Through Death, iniciada em 2024, conforme confirmação da banda.
O lineup atual envolve Derrick Green (voz), Andreas Kisser (guitarra), Paulo Jr (baixo) e Greyson Nekrutman (bateria) e é promovido pela Live Nation. A ideia central, segundo integrantes, é transformar o evento em celebração de toda a trajetória do grupo, com possíveis participações de ex-integrantes e artistas vinculados à banda.
Participantes e ausência dos fundadores
Os fundadores Max Cavalera (voz/guitarra) e Iggor Cavalera (bateria) não estarão presentes. Em entrevista, Andreas Kisser confirmou que ambos recusaram os convites para subir ao palco. Além do núcleo atual, já passaram pelo Sepultura vocalistas, guitarristas e bateristas que contribuíram ao longo dos anos, com várias parcerias marcantes.
Contexto histórico e legado
O Sepultura acumula mais de 50 milhões de álbuns vendidos e lançou 15 discos de estúdio, além de trabalhos ao vivo. O álbum Roots, de 1996, alcançou a 27ª posição na Billboard e recebeu certificação de ouro em múltiplos países. A banda é creditada por incorporar ritmos tribais ao metal, influenciando grupos globais de peso.
Impacto cultural e futuro
O guitarrista comenta que o Sepultura abriu portas para o Brasil no cenário internacional e reforça a ideia de que o heavy metal merece maior reconhecimento no país. O legado é visto como estímulo para novas gerações de músicos sul-americanos, com legado que extrapola estilos e fronteiras.
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