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Só Track Boa comemora 11 anos com quatro palcos no Autódromo de Interlagos

Só Track Boa comemora onze anos com quatro palcos no Autódromo de Interlagos, festival de dois dias em São Paulo

STB (Foto: @pedropiniz)
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  • Festival Só Track Boa celebra 11 anos e acontece nos dias 5 e 6 de junho de 2026, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.
  • A edição terá quatro palcos independentes: NSD, Oca, LuvLab e Organic.
  • NSD é o palco principal ampliado com pirotecnia e queima de fogos; Oca é circular e foca em experiências sensoriais; LuvLab mistura house, techno, trance e funk nacional; Organic é novidade, com proposta minimalista e intimista.
  • O LuvLab destacará a produção nacional em apresentações inéditas no formato back-to-back (B2B).
  • Executivos explicam que o espaço valoriza artistas nacionais e busca integrar ritmos periféricos ao ecossistema eletrônico, unindo nomes jovens e artistas em ascensão.

O festival Só Track Boa celebra 11 anos oferecendo uma maratona de música eletrônica em São Paulo. Nos dias 5 e 6 de junho de 2026, o Autódromo de Interlagos recebe o evento com uma proposta de 24 horas de som distribuídas em dois dias, indo do house ao psytrance.

A edição paulistana mantém a estrutura de quatro palcos independentes, cada um com identidade visual e linha musical próprias. O palco NSD, principal, amplia o espaço de pirotecnia e mantém a tradição de queima de fogos. A Oca preserva formato circular com foco em experiências sensoriais e conexões humanas.

O LuvLab surge como espaço para a diversidade da produção nacional, funcionando como laboratório que mistura house, techno, trance e funk brasileiro. O Organic chega como novidade: ambiente minimalista e intimista, dedicado às raízes da festa e aos artistas que construíram a história da marca.

Laboratório do som nacional

O palco LuvLab ganha protagonismo ao explorar vertentes e artistas pouco presentes no circuito comercial, promovendo encontros em formato back-to-back (B2B). A gestão afirma que o objetivo é valorizar a produção nacional e ampliar a expressão sonora de cada artista, com sonoridades pouco exploradas.

O festival é visto pela organização como motor de integração entre estilos, conectando ritmos periféricos ao ecossistema eletrônico. A ideia é promover a circulação de nomes em ascensão e artistas que já ganham projeção global, ampliando a diversidade apresentada no line-up.

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