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Batalha por direitos autorais de ‘The Life of a Showgirl’ segue com confusão reversa

Batalha de marcas entre Swift e Maren Wade avança em Los Angeles, com argumentos sobre liberdade de expressão e possível confusão de consumidores

Taylor Swift
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  • Em uma audiência em Los Angeles na quarta-feira, 27, Taylor Swift enfrentou a artista Maren Wade em um caso de direito autoral e marca relacionada ao álbum The Life of a Showgirl.
  • Wade processa Swift por violação de marca e busca a proibição imediata da venda de produtos vinculados ao álbum, enquanto o caso corre na justiça.
  • O advogado de Swift afirmou que o álbum é uma obra expressiva protegida pela Primeira Emenda e não infringe a marca de Wade, defendendo que não há possibilidade de confusão no consumidor.
  • O lado de Wade, representado por Jaymie Parkkinen, alegou confusão reversa, mostrando que a marca de Wade foi absorvida pelo marketing de Swift e que isso prejudica a própria identidade da artista.
  • A juíza disse que emitiria uma decisão por escrito em breve sobre o pedido de liminar, sem decisão imediata durante a audiência.

Na disputa entre Taylor Swift e a dançarina Maren Wade, a defesa da cantora ganhou força durante uma audiência realizada no centro de Los Angeles, na quarta-feira. O foco foi a pretensão de Wade de impedir a venda de produtos com o título do álbum de Swift, enquanto o caso segue em andamento. A defesa de Swift sustenta que a medida violaria a liberdade de expressão e a proteção de obras artísticas.

O leilão de argumentos tratou do uso de produtos como velas, copos e itens de consumo com o título do álbum. O time de Swift argumentou que o álbum The Life of a Showgirl é uma obra expressiva protegida pela Primeira Emenda e não configura confusão entre marcas registradas. O juiz não anunciou uma decisão imediata durante a audiência.

O lado de Wade afirma possuir uma marca registrada federalmente para Confessions of a Showgirl e sustenta que houve confusão de mercado com o título de Swift. O advogado de Wade explicou que pesquisas de marca mostraram que a expressão associada à autora não se mantém apenas à Wade, sugerindo intrusão de Swift no reconhecimento da marca.

O representante de Wade indicou que a marca de Wade existe desde 2014 e está associada a uma coluna que evoluiu para show ao vivo, turnês, livro e podcast. Segundo a defesa, o uso por Swift do título do álbum gerou descolamento de identidade profissional de Wade e potencial dano econômico.

Já a defesa de Swift destacou a história de oito meses em que Wade teria utilizado hashtags ligadas a Swift para atrair tráfego e seguidores, visando benefício comercial. Alegou ainda que Wade, ao longo de mais de uma década, construiu uma marca própria, com portfólios e atividades distintas da cantora.

Na sessão, o juiz indicou que pretende emitir uma decisão por escrito em breve sobre o pedido de liminar apresentado por Wade. O andamento do processo continua, sem definição de validade imediata das medidas solicitadas.

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