- O Som Entre Nós é um curta-metragem que acompanha Criolo, Amaro Freitas e Dino d’Santiago, expandindo o universo do álbum colaborativo dos três.
- Dirigido por Helder Frutera e Cisma, o filme registra ensaios, jam sessions e trocas íntimas entre Brasil, Portugal e Cabo Verde.
- O documentário apresenta as trajetórias dos tres artistas — Criolo do hip hop paulista, Amaro Freitas no jazz brasileiro e Dino d’Santiago com influências de Cabo Verde — e mostra como as diferenças alimentam a criação.
- O projeto discute música, memória e circulação cultural no Atlântico Negro, destacando a reunião de realidades distintas como motor criativo.
- O filme está disponível no YouTube, com direção de arte de Lucas Carvalho e Walter Silva, fotografia de Alice Paz e participação musical de nomes como As Clarianas e Maciel Salú.
Criolo, Amaro Freitas e Dino d’Santiago lançam O Som Entre Nós, um curta dirigido por Helder Frutera e Cisma que amplia o universo do álbum colaborativo entre os três, indo além dos estúdio de gravação. O documentário reúne registros de ensaios, jam sessions e trocas entre Brasil, Portugal e Cabo Verde.
A produção acompanha as trajetórias distintas dos artistas e mostra como suas identidades influenciam o encontro criativo. O filme aborda música, memória e circulação cultural no Atlântico Negro, conectando diferentes realidades musicais.
O Som Entre Nós está disponível no YouTube, com direção de arte de Lucas Carvalho e Walter Silva, de Molotov. A fotografia é de Alice Paz e a colorização ficou a cargo de Luciano de Azevedo, com finalização de Philippe Cunha. Participam ainda diversos artistas convidados e equipes de mixagem e masterização responsáveis pelo resultado sonoro.
Elenco e produção
Criolo é referência do hip hop paulista, com raízes na periferia sul-americana. Amaro Freitas figura como pianista de jazz brasileiro contemporâneo, em constante reinvenção. Dino d’Santiago traz fusões de Cabo Verde com hip hop, R&B e afro-house, representando a experiência da primeira geração cabo-verdiana nascida em Portugal.
O documentário registra como as diferenças entre os artistas se tornam matéria criativa, em vez de divisor. Freitas ressalta a presença africana e da diáspora como base da expressão artística. Criolo aponta que o projeto celebra amizade, tempo e intenção, indo além de um simples registro de bastidores. Dinoули comenta o efeito de consolidar uma memória comum entre os três.
Para o campo técnico, o projeto contou com a direção de arte de Lucas Carvalho e Walter Silva, fotografia analógica de Alice Paz, colorização de Luciano de Azevedo e finalização de Philippe Cunha. O conjunto também envolve artistas convidados, como As Clarianas, Maciel Salú, Beto Xambá e Henrique Albino, entre outros, com mixagem de João Millet e masterização de Felipe Tichauer.
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