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Kathy Sledge desmente boato sobre saída de Sister Sledge e comenta rivalidade

Kathy Sledge desfaz mito de ter sido expulsa do Sister Sledge, revelando rivalidade interna e o papel político do disco na indústria musical

Kathy Sledge of Sister Sledge
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  • Kathy Sledge diz que o ingrediente essencial é a paixão pela música e pela sua função como voz de canções como “We Are Family”, que para ela é uma declaração para gerações.
  • Ela relembra a relação com Nile Rodgers e Bernard Edwards durante a produção de Chic, destacando a confiança e a espontaneidade como base criativa; tinha entre quinze e dezesseis anos na época.
  • A cantora aponta o disco como movimento político e social, citando o disco Demolition Night em Chicago e a mudança de cenário econômico da indústria musical após o sucesso de “Le Freak”.
  • O “grande engano” sobre ela é ter sido expulsa do grupo; diz que foi votada para fora ao tentar um projeto solo, e hoje utiliza a marca Sister Sledge em turnês distintas com Debbie Sledge.
  • Sobre performance, afirma que o uso de calças/macacões era para facilitar a dança e o movimento no palco, abrindo caminho para futuras boybands e girl groups.

Kathy Sledge, integrante de Sister Sledge, revisita a trajetória da banda, desde as primeiras apresentações até a disputa interna pelo caminho solo. Em entrevista, ela comenta sobre bastidores, produção de Chic e o impacto político do disco nos anos 70 e 80.

O papo aborda momentos com Nile Rodgers e Bernard Edwards, produtores de We Are Family. Kathy explica como confiar nos dois ajudou a manter a espontaneidade das gravações, sem overrehearsal, o que preservou o frescor dos temas.

Ela revela que, aos 15 anos, não houve liberdade para escrever, e comenta a motivação por trás de decisões de carreira dentro do grupo. A artista descreve o uso da marca Sister Sledge para projetos individuais e o retorno ao uso do nome conjunto.

Mudanças de tema: rivalidade interna e identidade da banda

Kathy confirma ter sido afastada do grupo após receber uma proposta solo, recebendo a alternativa de ficar ou sair. Ela menciona a dificuldade de manter a identidade da marca quando os membros buscavam caminhos diferentes.

Impacto cultural do disco e cenário musical

Ela liga a disseminação do disco à engrenagem econômica da indústria musical da época, com a segregação de gêneros nas paradas. O crescimento de disco, segundo ela, pressionou mudanças estruturais no mercado.

Desfechos da carreira e visão futura

Kathy comenta sobre a possibilidade de projetos solo ocorrendo mais cedo, e que o dinamismo entre irmãs persiste. O diálogo aponta para continuidade de shows sob a identidade atual da artista, mantendo a referência do grupo original.

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