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Empresário comenta disputa histórica com Taylor Swift

Scooter Braun afirma não entender a disputa com Taylor Swift e aponta que o caso fortaleceu o debate sobre a propriedade dos masters

Taylor Swift
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  • Scooter Braun, 45, købou a Big Machine Label Group em 2019 por US$ 300 milhões, garantindo as masters de seis álbuns de Taylor Swift.
  • Na época, Taylor Swift disse não ter tido oportunidade de comprar seu próprio catálogo, o que desencadeou um dos maiores debates da indústria sobre propriedade intelectual.
  • O catálogo de Taylor foi posteriormente vendido à Shamrock Capital, levando a cantora a iniciar as regravações sob o selo Taylor’s Version.
  • Em 2025, Taylor Swift conseguiu readquirir os direitos de seu catálogo em acordo estimado em US$ 360 milhões.
  • Braun afirmou no podcast Second Thought with Suzy Weiss que não mantinha contato próximo com Swift antes da disputa e que a conversa ajudou a evidenciar a demanda crescente de artistas por possuir seus masters.

Scooter Braun, empresário da música, voltou a comentar o caso envolvendo Taylor Swift e os masters de suas gravações. Braun afirma não compreender plenamente como a disputa ganhou such dimensão e reiterou não ter mantido contato próximo com a cantora ao longo do processo.

Em 2019, Braun comprou a Big Machine Label Group por cerca de US$ 300 milhões, garantindo as gravações originais dos seis primeiros álbuns de Swift. A artista, à época, lamentou não ter tido a chance de adquirir o próprio catálogo. A discussão central girava em quem controla essas gravações, conhecidas como masters.

O catálogo de Swift foi posteriormente vendido à Shamrock Capital, o que levou a cantora a iniciar a produção de regravações sob o rótulo Taylor’s Version, como forma de retomar o controle. Em 2025, Swift conseguiu readquirir os direitos do seu catálogo, em um acordo estimado em US$ 360 milhões.

Contexto da disputa

Em entrevista ao podcast Second Thought with Suzy Weiss, Braun disse que pouco tinha feito para manter diálogo com Swift antes do conflito se tornar marcante. O empresário afirmou ter se conhecido com a cantora apenas em poucas ocasiões, sem conversas aprofundadas.

Mesmo sem contato frequente, Braun afirmou que via a aquisição da gravadora como uma oportunidade de trabalhar com Swift. Garantiu que a relação profissional não impedia o respeito mútuo entre as partes, e disse que, apesar da distância, desejava o melhor para a artista.

Impacto na indústria

Refletindo sobre os desdobramentos, Braun disse que o caso ajudou a ampliar o debate sobre propriedade intelectual e controle artístico. Segundo ele, a maioria dos masters ainda permanece nas mãos das gravadoras, mas a disputa acelerou o movimento de artistas buscando possuir seus próprios trabalhos. Braun considerou esse movimento positivo, independentemente do desenrolar pessoal do episódio.

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