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Internacional analisa o single hate that i made you love me de Ariana Grande

Recepção morna da imprensa internacional ao single “hate that i made you love me”, que antecipa o álbum Petal e divide opiniões sobre entonação e produção

(Foto: Divulgação)
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  • Ariana Grande lançou o single “hate that i made you love me” na sexta-feira, 29 de maio, abrindo espaço para o álbum “petal”, que chega em 31 de julho.
  • A recepção da imprensa internacional foi morna, mesmo com forte apoio dos fãs.
  • Vulture afirma que a faixa parece infeliz e lenta, sugerindo que a cantora questiona se ele a ama.
  • Rolling Stone descreve a música como pop animado que reflete sobre um amor perdido, com ela cantando sobre “odeio ter feito você me amar”.
  • Stereogum comenta que a faixa tem um começo desajeitado e uma sensação misteriosa; Variety destaca o ritmo moderado e o tom suave sobre término.

Ariana Grande lançou nesta sexta-feira, 29 de maio, o primeiro single do seu novo trabalho, intitulado hate that i made you love me. A faixa abre os preparativos para o álbum petal, previsto para chegar em 31 de julho. A recepção inicial entre fãs foi intensa, enquanto a cobertura da imprensa internacional ficou morna.

A música é apresentada como um pop em tom mais contido, com acabamento ambient e vocais marcados por uma linha mais grave da cantora. O tema aborda um término com reflexões sobre sentimentos que permanecem após o fim, conforme a interpretação de parte da crítica.

A faixa integra a agenda de lançamento de Grande, que segue com divulgação do projeto no qual trabalha há meses. O single marca o início de uma nova fase sonoro e de produção, com expectativa de mudanças na identidade musical da artista.

Comentários da imprensa

Vulture avalia que a faixa soa menos empolgante e mais lenta, sugerindo um tom cansativo em determinado momento. A publicação aponta uma ideia de empolgação menor ao longo da canção.

Rolling Stone analisa a letra como um relato de amor perdido, em que a cantora reconhece sentimentos que não correspondem ao que houve. A crítica ressalta a base instrumental suave e urbana da faixa.

Stereogum destaca um início pouco alinhado, com a produção que se transforma e permite que Grande adote um registro mais grave. A reportagem menciona uma atmosfera ambígua que contrasta com a melodia.

Variety descreve a faixa como ritmo moderado, mantendo o estilo de uma música sobre término, com a interpretação suave de Grande sobre uma base tranquila.

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