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Matías Aguayo lança Anenoa review: a cantora mais funky conquista a pista

Anenoa marca o retorno de Matías Aguayo ao microfone, com faixas dançantes que mesclam Latin, ghetto house e trance

Instinctive … Matías Aguayo.
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  • O álbum Anenoa de Matías Aguayo marca seu retorno ao microfone com faixas voltadas à pista, misturando ritmo latino, ghetto house e trance.
  • A faixa de abertura Sentimientos Encontraos compõe um tom ebulliente com repetição do título, mantendo o andamento rápido e cativante.
  • Em Asuka, Rock, Roll Aguayo adota vocal orquestrado em estilo ghetto house, enquanto Avestruz en Veracruz transforma vocais em barítono pulsante com processamento.
  • La Heredera traz synth-pop dos anos oitenta, com participação de Iarahei e Camille Mandoki, em tom mais delicado.
  • O conjunto mantém energia lúdica e convida o público a dançar, com vocalizações mutáveis que guiam as faixas.

Matías Aguayo retorna à vibração vocal com Anenoa, álbum que mistura ritmos latinos, ghetto house e trance em faixas de pista. A obra marca o retorno dele ao microfone após 2019, com suspense rítmico e energia dançante.

Aguayo expõe vocais mutáveis em composições de alta cadência, que vão de falsete a trechos falados com espontaneidade. O destaque inicial Sentimientos Encontraos cria um gancho hipnotizante com repetição do título.

Em Asuka, Rock, Roll, a influência do ghetto house aparece em vocais emocionais, enquanto Avestruz en Veracruz transforma a voz em tonalidade grave sobre batida intensa. La Heredera mescla synth pop dos anos 80 com vozes de Iarahei e Camille Mandoki.

A sonoridade do álbum privilegia jogo vocal e humor sonoro, alternando timbres agudos com compasso marcado. The Beat, com menção aos instrumentos de percussão, ganha energia contagiante e convida à pista.

Outras novidades

A região britânica e árabe ganha destaque com Natacha Atlas e Samy Bishai em Parallel Universe Volume 1 (Airfono), mesclando vocais árabes com trilhas variadas, desde trip-hop magrebino até trap bass.

Cinna Peyghamy, com Music for Tombak & Synth (Other People), cria mundos sonoros artificiais a partir do tombak persa, gerando pressão de pista com graves e toques de harpa. Ali Sethi e Gregory Rogove lançam Room Jhoom, trabalho minimalista que valoriza a voz clássica aliada a bateria eletrônica.

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