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Jack Antonoff diz à VEJA que a música é sagrada

Antonoff defende música humana e rejeita IA; foco na Bleachers, em parcerias autênticas e na conexão com fãs

INSIDER - O artista: entre o som autoral e a parceria com as maiores da indústria
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  • Jack Antonoff, produtor de Taylor Swift, agora foca na banda Bleachers e critica o uso da inteligência artificial na música, defendendo a criação humana.
  • Ele lança o álbum Everyone for Ten Minutes, explicando o título como uma ideia de conexão com banda, família e fãs.
  • Antonoff afirma que há rejeição acentuada à IA entre artistas e que a música precisa da presença humana para ter impacto; sem isso, seria apenas um cartão-postal.
  • Sobre parcerias, destaca a importância de compartilhar uma mesma visão; a força da música está na conexão com os ouvintes, não apenas nos hits.
  • Em carreira solo, busca ser visto como a versão mais autêntica de si, compartilhando temas que o assustam e tratando os fãs como pessoas inteligentes.
  • Publicado em VEJA, em 29 de maio de 2026.

Jack Antonoff, produtor de Taylor Swift e Sabrina Carpenter, concedeu uma entrevista à revista VEJA, publicada em 29 de maio de 2026. O músico de 42 anos afirma que a música é sagrada e volta a defender a dimensão humana no processo criativo. Ele hoje foca na banda Bleachers.

O artista adianta detalhes do novo álbum de Bleachers, intitulado Everyone for Ten Minutes. A justificativa do nome remete a uma ideia de privacidade criativa e ao acesso restrito a pessoas próximas, segundo a própria visão poética de Antonoff.

Sobre o uso de IA na música, ele afirma haver resistência expressiva entre os artistas. Segundo ele, a música precisa de inspiração humana para transmitir significado, e a presença de alguém por trás da obra é fundamental para o impacto junto ao público.

Antonoff também comenta parcerias artísticas. Ele diz que é essencial compartilhar uma visão comum do futuro musical ao colaborar. Na prática, isso influencia a qualidade das composições e a conexão com os ouvintes, independentemente de potenciais hits.

Quanto ao futuro da indústria, o produtor alerta que a música de qualidade depende de criatividade autêntica. Ele reforça que consumidores desejam shows acessíveis e conteúdo que respeite a inteligência do público, sem atalhos ou promessas vazias.

Em sua trajetória solo, Antonoff aponta que pretende manter a autenticidade. Ele afirma compartilhar temas desafiadores e buscar o crescimento junto aos fãs, tratando-os como o público mais exigente.

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