- Marcelo Alvim celebra quinze anos de palco e estreou o musical Chatô e os Diários Associados — 100 anos de uma paixão no Rio de Janeiro.
- Ele também grava as minisséries Ben-Hur e Amor em ruínas para a Record e retorna a Cartas para Gonzaguinha.
- A estreia na televisão é vista como amadurecimento, não atraso, fruto de quinze anos dedicados ao teatro.
- No musical Chatô, ele vive Fabiano, o jornalista protagonista, substituindo Claudio Lins, em uma peça que mistura história da comunicação e dilemas do jornalismo atual.
- Fora dos palcos, atua como professor de teatro na rede municipal de Niterói, no programa Aprendiz Musical, contribuindo para a formação de milhares de jovens.
Marcelo Alvim intensifica suas atividades artísticas com foco no teatro musical e na televisão. Recém-chegado ao musical Chatô e os Diários Associados — 100 anos de uma paixão, ele amplia a atuação que já soma 15 anos de carreira no palco. Atores e projetos passam a coexistir em sua agenda.
No Rio de Janeiro, o ator estreia no palco com a nova montagem, enquanto retoma trabalhos anteriores no teatro. Paralelamente, ele inicia a produção de audiovisual pela Record TV, com as minisséries Ben-Hur e Amor em Ruínas em fase de gravação. A transição é tratada como expansão profissional.
O papel central em Chatô envolve Fabiano, jornalista da trama que revisita a trajetória de Assis Chateaubriand e a história dos Diários Associados. A mudança de intérprete, substituindo um ator anterior, aumenta a responsabilidade do artista diante de um texto de grande relevância histórica e cultural.
A temporada coloca Alvim diante de um desafio técnico e dramático, com narrativa que entrelaça o legado da imprensa com dilemas contemporâneos do jornalismo. O artista destaca a magnitude estética do espetáculo e a conexão humana presente na peça.
Além do palco, Marcelo atua como professor de teatro na rede municipal de Niterói. No programa Aprendiz Musical, ele orienta cerca de 10 mil crianças e jovens, levando a arte como ferramenta de transformação social e expressão criativa.
A agenda de 2026 combina a volta a Cartas para Gonzaguinha, as gravações audiovisuais e a docência, formando um momento considerado divisor de águas para o artista. O objetivo é manter o teatro como base, ao mesmo tempo em que se amplia para cinema e televisão.
O músico e ator enfatiza que o crescimento do teatro musical no Brasil traz produções mais ambiciosas, elenco preparado e público cada vez mais engajado. O cenário, segundo ele, exige persistência e profissionalização para sustentar o amadurecimento da carreira.
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