- Sterling Nasa, um estudante de 21 anos da Universidade de Sydney, subiu ao palco para substituir o tecladista recém-adoecido durante a apresentação de La La Land in Concert, em Darling Harbour.
- A interrupção ocorreu após o intervalo de quarenta minutos, quando o maestro Justin Hurwitz pediu um voluntário que soubesse ler partituras à vista.
- Nasa enfrentou uma partituracomplexa de Start a Fire, com um solo de sintetizador que exigia leitura rápida e precisão, sem ensaio prévio.
- Ele improvisou o solo e conduziu a orquestra com sucesso, recebendo uma calorosa ovação do público de cerca de 2,5 mil pessoas.
- A equipe promete contratar novos tecladistas para as próximas apresentações em Melbourne e Brisbane, enquanto Nasa retorna às aulas, com Hurwitz elogiando a performance improvisada.
Sterling Nasa, um estudante de 21 anos da Universidade de Sydney, era apenas parte do público na apresentação La La Land in Concert quando o pianista da orquestra adoeceu repentinamente. O concerto estava sendo realizado no ICC Darling Harbour, em Sydney, durante a projeção do filme com orquestra ao vivo. A interrupção ocorreu após o intervalo, que se estendeu por cerca de 40 minutos.
O maestro e compositor Justin Hurwitz enfrentou a dúvida de manter o ritmo da apresentação com segurança. A equipe de músicos buscou substitutos por lá, mas não havia alguém com condições de cobrir a vaga a tempo. A solução acabou surgindo com Nasa, que aceitou o desafio sem ter ensaiado.
Nasa, então matriculado em estudos de políticas internacionais, sentiu a confiança crescer ao ser convidado. Ele foi ao piano elétrico e encarou uma partitura complexa que incluía um solo de sintetizador intrincado. Ao improvisar, aproximou-se do que o elenco e o público precisavam, recebendo uma calorosa ovação.
Quem entrou em cena e como foi o episódio
Nasa descreveu o momento como um teste de improviso sob pressão. A performance seguiu com o solo técnico, executado com precisão, o que impressionou Hurwitz, que elogiou a habilidade de tocar na tonalidade correta e na escala adequada sem ensaio prévio.
Após o espetáculo, Hurwitz contou que a surpresa exigiu calma entre a equipe nos bastidores. O episódio levou a produção a buscar novos tecladistas para as próximas datas da turnê, incluindo Melbourne e Brisbane, enquanto Nasa retorna aos seus compromissos universitários.
Nasa afirmou que foi uma oportunidade inesquecível de interpretar uma obra que admira há anos. Hurwitz aponta que o talento dele pode abrir portas, mas a decisão de seguir música ou outra área cabe ao próprio músico.
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