- Sepultura anuncia despedida dos palcos após 42 anos; último show está marcado para 7 de novembro na Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo, com bandas convidadas.
- Ex-integrantes Jean Dolabella e Jairo Guedz devem estar presentes como convidados especiais na apresentação final; Max Cavalera e Iggor Cavalera foram convidados, mas não participarão.
- Eloy Casagrande deixou a banda recentemente para ingressar no Slipknot, antes do início da turnê de despedida.
- Em abril de 2026 foi lançado o EP The Cloud of Unknowing, com quatro faixas inéditas, considerado a despedida de estúdio da banda.
- A turnê Celebrating Life Through Death começou em 2024, passou por mais de quarenta países e festivais importantes, com participação de integrantes históricos e passagem pelo Rock in Rio antes do show final.
O Sepultura encerra sua trajetória nos palcos após 42 anos de carreira. O último show está marcado para 7 de novembro, na Mercado Livre Arena, no Pacaembu, em São Paulo, como parte da turnê Celebrating Life Through Death. A ideia é consolidar a despedida da banda com uma apresentação final, após décadas de influence no metal mundial.
A turnê teve início em 2024, em Belo Horizonte, cidade que deu origem ao Sepultura em 1984. Entre os momentos relatados, estão apresentações em mais de 40 países e participações em grandes festivais internacionais. O grupo divulgou o EP The Cloud of Unknowing em abril de 2026, com quatro faixas inéditas, considerado a despedida de estúdio.
Integram a formação histórica integrantes como Max Cavalera e Iggor Cavalera, cujas ausências foram confirmadas pela banda. Andreas Kisser afirmou que eles foram convidados, mas optaram por não participar da última apresentação. O baterista Eloy Casagrande deixou o grupo pouco antes da turnê para tocar com o Slipknot.
A despedida e o roteiro do show
Antes do encerramento, o Sepultura ainda se apresenta no Rock in Rio em 5 de setembro, no Palco Mundo, trazendo a turnê aos fãs. A previsão é de que o espetáculo final reunirá convidados especiais, entre eles ex-membros.
Legado e destaques da discografia
A banda ficou conhecida por integrar elementos do metal extremo com referências da música brasileira, especialmente nos álbuns Chaos A.D. (1993) e Roots (1996). Roots Bloody Roots tornou-se uma das faixas mais emblemáticas do grupo. O material de 1985, Bestial Devastation / Século XX, também é citado entre marcos da carreira.
Dentro deste caixão
O legado do Sepultura é lembrado pela influência que exerceu sobre o groove metal e o nu metal. A trajetória mineira é destacada por abandonar o puro marketing, preservando a identidade musical e a inovação que marcaram o cenário global. O que fica ao final não é apenas o disco, mas a continuidade de uma banda que redefiniu o metal.
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