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Fundada na faculdade, empresa vale nove dígitos e estreia na Nasdaq

Breakaway levanta Série B com avaliação de nove dígitos e estreia na Nasdaq, consolidando trajetória de festivais universitários a empresa de alcance nacional

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  • Breakaway é uma startup de entretenimento fundada na Universidade de Michigan por Adam Lynn e Zach Ruben, que hoje foca em festivais de música nos EUA.
  • A empresa fechou uma rodada de investimentos Série B e atingiu avaliação de nove dígitos, superior a US$ 100 milhões, com estreia na Nasdaq.
  • O Breakaway Music Festival 2026 percorre o país, priorizando cidades menos exploradas pelos megashows para aumentar margens.
  • A trajetória começou com shows em bares locais, incluindo Wiz Khalifa, que rendeu cerca de US$ 4 mil, mas um show com Nas gerou rombo de US$ 60 mil e quase levou à falência financeira.
  • Lynn estudou em Austrália após o fracasso, voltou aos EUA e, em parceria com Ruben, firmou acordos com artistas como Kid Cudi e Steve Aoki.

A Breakaway, startup de entretenimento fundada por Adam Lynn e Zach Ruben na universidade, abriu caminho para uma rodada Série B que levou a empresa a uma avaliação de nove dígitos. A estreia na Nasdaq, em Nova York, marca a valorização da companhia, que já opera nos Estados Unidos com o Breakaway Music Festival 2026.

A empresa surgiu no ecossistema de fraternidades da Universidade de Michigan. Lynn, que organizava festas desde os 15 anos, começou fechando shows em bares locais e, mais tarde, viabilizou apresentações de artistas em ascensão, como Wiz Khalifa. O primeiro grande lucro foi modesto, mas significativo para o estágio inicial.

Entre acertos e erros, o marco financeiro veio após um investimento que consolidou parcerias com artistas de peso. Um fracasso de bilheteria em um show com Nas provocou um rombo pessoal de US$ 60 mil, levando Lynn a uma virada estratégica. Ele deixou os EUA por um semestre e ganhou experiência em gestão de tráfego e logística na Austrália.

De volta aos EUA, Lynn e Ruben consolidaram relações com artistas renomados, como Kid Cudi e Steve Aoki, ampliando a curadoria de eventos. A estratégia adotada pela Breakaway prioriza cidades fora dos grandes centros, buscando mercados com menor competição e margens potencialmente maiores.

O atual estágio de growth levou a empresa a buscar capital adicional e a fechar uma rodada Série B que impulsionou a cobrança de uma avaliação de nove dígitos. Com isso, a Breakaway amplia sua atuação no segmento de festivais de música e reforça sua presença no mercado norte-americano.

A companhia continua a operar com foco em eventos itinerantes, explorando cidades menos saturadas, visando aumentar a eficiência operacional e a rentabilidade. A perspectiva é ampliar parcerias com artistas e expandir o portfólio de festivais ao longo de 2026.

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