- John Travolta, em Cannes, disse que a música brasileira está no seu DNA e que a bossa nova o acompanha desde a infância.
- O ator afirmou que o fascínio pela bossa nova começou quando era criança e que as canções o inspiram a dançar e se mover.
- No filme Aventuras nas Alturas, três temas de Tom Jobim entram na trilha sonora: Corcovado, Samba de uma Nota Só e Garota de Ipanema.
- Travolta disse que gostaria de incluir Mas que nada, mas não houve negociação de direitos com os detentores.
- O ator já visitou o Brasil cerca de dezoito vezes, principalmente o Rio de Janeiro, e o filme tem ligação com um livro que escreveu para o filho falecido Jett.
John Travolta revela ligação profunda com a música brasileira durante o Festival de Cannes, onde apresentou seu primeiro longa como diretor e recebeu uma Palma de Ouro Honorária. O ator destacou a importância da bossa nova em sua história.
A relação com o Brasil vem desde a infância. Travolta afirma que a bossa nova o acompanha há décadas e que a leveza das melodias inspira movimento e dançar. A música brasileira é descrita como atemporal em sua lembrança.
No cinema, a bossa nova ganha espaço em Aventuras nas Alturas. O filme traz três clássicos de Tom Jobim na trilha sonora, reforçando a homenagem ao compositor e às canções que marcaram gerações.
A obra é inspirada em um livro que Travolta escreveu para o filho falecido, Jett. A trama acompanha um garoto apaixonado por aviões durante uma viagem a Hollywood nos anos 60, período de grande popularidade da bossa nova.
Além da trilha, Travolta revelou a tentativa de ampliar as referências brasileiras na produção. Um plano que não conseguiu traduzir integralmente, por questões de direitos de algumas músicas.
A relação com o Brasil envolve viagens frequentes ao país, incluindo cerca de 18 visitas para divulgar filmes. Entre os destinos, o Rio de Janeiro ocupa posição especial na vida do artista.
O episódio reforça o papel da música na memória do ator. Nos créditos, Travolta presta homenagem aos familiares e à esposa Kelly Preston, falecida em 2020, lembrando que a música sela vínculos pessoais.
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