- Loulu Gilberto, filha caçula de João Gilberto, lança o primeiro álbum pela Sony, produzido por Cézar Mendes e Mario Adnet, com participações de Tom Veloso, Daniel Jobim e Maria Carvalhosa.
- O álbum revisita canções que a artista ouvia em casa e recupera uma obra pouco conhecida de Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli.
- Ela reconhece o privilégio de ter um sobrenome famoso e admite que parte de um ponto de partida diferente da maioria.
- A estreia ocorre após a cantora ter ganho visibilidade nas redes sociais, saindo de um Instagram com cerca de 300 seguidores há cerca de um mês.
- A entrevista aborda temas como bossa nova, exposição, formação musical, escolhas de repertório e o papel da intérprete diante de músicas historicamente carregadas.
Loulu Gilberto lançou seu primeiro álbum pela Sony, produzido por Cézar Mendes e Mario Adnet. O disco traz participações de Tom Veloso, Daniel Jobim e Maria Carvalhosa. A estreia marca a entrada da artista de 21 anos no cenário musical profissional.
A missão do álbum é revisitar canções ouvidas pela própria Loulu em casa e resgatar uma obra pouco conhecida da parceria entre Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli. O projeto surge como uma leitura pessoal da memória do pai, João Gilberto.
A artista admite ter um ponto de partida diferente por ser filha de João Gilberto, mas afirma não esconder esse privilégio. Ela explica que a exposição fez parte do processo criativo e da escolha de repertório.
Repertório e influências
O álbum mergulha em canções associadas ao convívio familiar e à história da Bossa Nova, com foco na interpretação da intérprete diante de obras carregadas de memória.
Em entrevista ao TMDQA!, Loulu fala sobre formação musical, a escolha de colaboradores e o papel de resgatar músicas que chegam com contexto histórico relevante para o gênero.
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