- Lizzo lançou o quinto álbum, Bitch, após cancelar um projeto anterior e buscar novas sonoridades.
- O disco experimenta diferentes estilos, incluindo rock, referências a Tom Petty e the Strokes, além de uma estética 80s e R&B, mas não resulta em um hit claro.
- Singles anteriores não tiveram o mesmo sucesso de 2018–2022, e o mixtape My Face Hurts from Smiling teve recepção mista e números de streaming baixos.
- As letras mencionam questões pessoais recentes da artista, em tom ambíguo, com a faixa A Toast destacando-se pela performance de piano e flauta.
- A crítica aponta que o álbum é pouco coeso e não entrega a marca pop contundente que destacou Lizzo, sugerindo que o público atual não reage da mesma forma ao seu estilo.
A cantora Lizzo lançou seu quinto álbum, intitulado Bitch, após abandonar um projeto anterior e recomeçar o processo criativo. O disco chega em meio a mudanças na estratégia artística da artista, que busca novas sonoridades sem manter o formato de seus maiores hits.
Antes de Bitch, a artista conduziu uma virada com singles que não repetiram o sucesso de 2018 a 2022. A faixa Love in Real Life apontou para uma aproximação com o rock, influências de Tom Petty e de The Strokes, mas não atingiu as paradas previstas.
Outro esforço, Still Bad, manteve a veia pop presente nos grandes hits, mas gerou resultados abaixo do esperado. A própria Lizzo assumiu controle do projeto, anunciando que precisava fazer música a seu modo, o que resultou na mixtape My Face Hurts from Smiling.
Bitch mistura gêneros e referências, com faixas que vão do rock ao R&B suave, incluindo composições com timbres retrô e instrumentação marcante. No entanto, a recepção crítica aponta para uma obra menos coesa, sem um single dominante claro.
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