- Gloria Groove foi atração principal da 30ª Parada LGBT+ na Avenida Paulista neste domingo, 7.
- Em entrevista ao Terra, ela exaltou a cultura drag queen e destacou que o reconhecimento no mainstream ainda é um desafio.
- A artista afirmou que, há doze anos, drag queens não eram reconhecidas como artistas da música, e ainda há trabalho a fazer.
- Ela ressaltou que representatividade aumenta conforme é exaltada e que é preciso ampliar linguagens e interpretações.
- Gloria Groove faz parte do trio 9, do grupo L’Oréal no Brasil, que co-patrocinou o evento; Pabllo Vittar, Urias e Melody também se apresentaram na Paulista.
Gloria Groove foi uma das atrações principais da 30ª edição da Parada LGBT+ de São Paulo, realizada neste domingo, na Avenida Paulista. O evento reuniu público de diferentes regiões e pediu representatividade da cultura drag queen no mainstream da música brasileira. A apresentação ocorreu durante a tarde de domingo, com a cidade em formato de marcha pela publicação de direitos e visibilidade.
A artista celebrou a trajetória e o papel da cultura drag no cenário musical, destacando a importância da representatividade para inspirar outras pessoas a se expressarem artisticamente. A fala sobre a evolução da imagem das drag queens no entretenimento ficou como foco central da entrevista concedida à imprensa.
Gloria Groove saiu em destaque ao performar com o trio 9, do grupo L’Oréal no Brasil, um dos co-patrocinadores do evento. Além dela, atrações como Pabllo Vittar, Urias e Melody estiveram entre as principais performances na Avenida Paulista, em uma noite marcada por diversidade de estilos.
Desdobramentos da apresentação
A agenda deste ano marca dez anos de carreira da artista, reforçando a relação entre cultura LGBT+ e expressão artística no Brasil. Em seu percurso, Gloria Groove aponta a influência da comunidade na ampliação de possibilidades criativas e de identidade.
O evento foi apresentado como uma vitrine de talentos e estilos variados, consolidando a Parada como espaço de visibilidade para artistas da cena drag e da música popular brasileira. A organização manteve o foco na celebração, sem abrir espaço para controvérsias.
Segundo a organização, o formato da parada seguiu com shows amplos e intervenções artísticas, mantendo o caráter público e inclusivo da manifestação. A cobertura foi realizada com tom informativo, sem persuasões ou opiniões.
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