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Roberto Medina revela bastidores Adele e razões para Drake não retornar

Abertura das vendas do Rock in Rio 2026, com bastidores de Medina, foco em patrocínio e sinalização de Adele/Celine Dion; Drake não retorna ao festival

Roberto Medina na abertura dos portões da edição 2024 do Rock in Rio
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  • Nesta segunda-feira, 8, começam as vendas do Rock in Rio 2026, com Medina destacando que o festival vai além dos artistas e foca na experiência como um todo.
  • Medina afirma que o público não compra apenas o show: cerca de cinquenta por cento da arrecadação vem de patrocinadores e o restante de ingressos; o evento é utilizado para movimentar a economia do Rio de Janeiro.
  • Entre os artistas, o organizador cita a possibilidade de Adele e Celine Dion subirem ao palco nos próximos anos, enquanto Drake não volta ao Rock in Rio.
  • Há relatos de bastidores marcados por improviso e tensão, como o episódio do sino de 1,5 tonelada do AC/DC que acabou virando gesso, além de teses envolvendo Prince, Guns N’ Roses e outras situações inusitadas.
  • Medina comenta ainda que, no ano passado, 420 mil pessoas vieram de fora do Rio, reforçando o projeto de transformar o festival em evento nacional, com ênfase na presença de público de outras regiões.

Roberto Medina revela bastidores de Rock in Rio e antecipa Rock in Rio 2026. Em entrevista à TOCA, o empresário descreve tensão, improviso e decisões marcadas por desafios logísticos. Entre objetos curiosos e tomate de decisões, ele mostra como o festival amadureceu ao longo de quatro décadas.

O fundador detalha episódios marcantes, como o sino de 1,5 tonelada que acabou virando gesso no palco do AC/DC e os 400 toalhas exigidas pelo Prince. Também relembra o dia em que precisou implorar para o Guns N’ Roses subir ao palco no Maracanã. Tudo faz parte de uma memória de criação.

Nesta segunda-feira (8), às 19h, começam as vendas de ingressos para o Rock in Rio 2026. Medina afirma que a abertura não é apenas comercial, mas o início de um ciclo que envolve experiência, atrações e a atmosfera do festival.

Perfil do público e demanda

Medina aponta que metade do público não vai apenas pela banda, mas pela festa, pela energia e pela experiência compartilhada. Segundo ele, o evento atrai visitantes de todo o Brasil, não apenas do Rio de Janeiro.

Atrações com shows exclusivos no Rio ganham papel estratégico. Foo Fighters, Avenged Sevenfold, Elton John e Stray Kids aparecem como exemplos de lineup que fortalecem a presença regional, segundo o organizador.

Impacto econômico e logística

O idealizador cita que o Rock in Rio é cada vez mais nacional. No último evento, 420 mil pessoas vieram de fora do estado, principalmente de São Paulo e Minas. Medina reforça o papel do festival como motor para a economia local.

Sobre patrocínios, ele destaca que metade da arrecadação vem de marcas, não de bilhetes. A estratégia envolve transformar o Rock in Rio em plataforma de marca para grandes anunciantes, não apenas como venda de ingressos.

Experiência superior e burocracia

Medina afirma que o festival entrega um conjunto de atendimentos de alto nível, desde entrada até alimentação e áreas de convivência, em comparação a modelos internacionais.

O empresário aponta a burocracia brasileira como desafio recorrente, com dezenas de órgãos fiscalizando. Em contraste, o circuito internacional costuma exigir menos trâmites. A visão é de que o processo é mais permissivo no exterior.

Momentos e curiosidades do passado

Entre episódios marcantes, Medina relembra a tensão de 1991 com o Guns N’ Roses, quando houve atrito com a equipe da Globo. Em 2001, Axl Rose ficou duas horas no hotel até que o show começasse. Ele diz ter evitado falhas graves em ambas ocasiões.

A história do sino de gesso que substituiu o original, após o palco não suportar o peso do sino de 1,5 tonelada, também integra o repertório de memórias. E o episódio envolvendo o Prince, que exigiu 400 toalhas, ficou marcado pela própria personalidade do artista.

Contratos e cuidados com artistas

O contrato com Ozzy Osbourne incluiu uma cláusula proibindo o consumo de morcegos, após surgirem relatos sobre a prática. Medina também comenta a preparação para lidar com imprevistos, como a cobertura de questões de bem-estar animal durante a produção.

O que esperar do lineup

Ao falar sobre critérios, Medina cita o uso de dados de streaming e a busca pela transversalidade geracional. Além de artistas com apelo histórico, ele cita nomes que dialogam com diferentes faixas etárias e momentos da música.

Para o planejamento de 2026, ele sinaliza a intenção de trazer artistas com poder de atrair público de várias regiões, mantendo o Rock in Rio como um marco cultural no cenário nacional. Adele e Celine Dion aparecem como possibilidades no radar do festival.

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