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Tyler, the Creator revela recusa de contrato de Jay-Z no início da carreira

Odd Future recusou contrato de Jay-Z no início da carreira, mantendo controle criativo; criou o próprio selo com distribuição RED Distribution/Sony

Fotos: Jamie McCarthy/Getty Images e Amy Sussman/Getty Images
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  • Tyler, the Creator revelou que o Odd Future recusou uma oferta de contrato da gravadora de Jay-Z no início da carreira.
  • A história foi contada no primeiro episódio do Gangsta Grillz Podcast, de DJ Drama, gravado em 2022 e exibido pela primeira vez recentemente.
  • Segundo o rapper, Jay-Z convidou o grupo para uma reunião em Los Angeles; ele queria controle criativo e disse não, para seguir sozinho.
  • O Odd Future manteve a estratégia de não assinar com majors, firmando em 2011 um acordo de distribuição com RED Distribution e Sony Music Entertainment para lançar o próprio selo, Odd Future Records, ativo até 2016.
  • No caminho solo, Tyler assinou com XL Recordings para Goblin (2011) e depois com Columbia para álbuns como Flower Boy (2017), Igor (2019), Call Me If You Get Lost (2021), Chromakopia (2024) e Don’t Tap the Glass (2025).

Tyler, the Creator revelou que o grupo Odd Future recusou uma proposta de contrato do Jay-Z quando ainda dava os primeiros passos na carreira. A história veio à tona no primeiro episódio do Gangsta Grillz Podcast, com DJ Drama. A conversa foi gravada em 2022 e divulgada recentemente.

O encontro aconteceu em Los Angeles, com Jay-Z apresentando a proposta de parceria de forma descontraída, entre tacos. Segundo Tyler, o convite foi recebido, mas a decisão foi manter o controle criativo e seguir independente. O rapper preferiu não assinar, visando manter autonomia sobre o trabalho.

Odd Future manteve uma trajetória incomum no início da trajetória. Em 2011, o grupo optou por distribuição com RED Distribution e Sony Music, criando o próprio selo Odd Future Records, que funcionou até a dissolução do coletivo em 2016.

Contexto da decisão

A escolha por não aceitar grandes parcerias refletiu a orientação criativa do grupo nos primeiros anos, priorizando autonomia sobre faturamento imediato. A estratégia de distribuição externa permitiu lançar projetos de forma independente.

Caminho de Tyler após o grupo

Após a dissolução do Odd Future, Tyler assinou com a XL Recordings para lançar Goblin, em 2011. Posteriormente migrou para a Columbia, onde lançou álbuns como Flower Boy, Igor, Call Me If You Get Lost, Chromokopia e Don’t Tap the Glass.

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