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ENHYPEN revela segredos de sete álbuns de remixes

ENHYPEN lança sete álbuns de remixes de The Sin: Vanish, cada membro lidera uma versão e detalha a produção de suas faixas

ENHYPEN
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  • ENHYPEN lançou sete álbuns de remixes de The Sin: Vanish, cada um liderado por um membro, lançado hoje, 19 de janeiro, três dias após o sétimo mini-álbum chegar ao público.
  • Os remixes compartilham o mesmo título The Sin: Vanish, com o nome específico de cada membro entre parênteses, incluindo versões em inglês de Knife e vocais individuais.
  • os estilos variam bastante: Jungwon apresenta uma versão nu metal; Heeseung trabalha com um remix eletrônico boom-bap; Jay reimagina Knife em formato metal; Jake aposta em hip-hop de Memphis; Sunghoon faz baile funk; Sunoo cria glitch pop/digi-pop; Ni-ki entrega boom-bap acelerado com abertura vocal em coral resamplado.
  • produtores e especialistas descrevem o processo criativo: Armadillo, Apro, Ca$hcow e BreadBeat lideram colaborações para moldar ritmos, timbres e estruturas vocais; a etnomusicóloga Donna Kwon elogia o uso do folclore vampírico como estratégia de conexão com fãs.
  • o projeto reforça a relação entre o grupo e o fandom ENGENE, explorando narrativas de vampiros e apresentando cada membro como protagonista de seu remix.

O ENHYPEN lançou hoje sete álbuns de remixes, cada um liderado por um membro do grupo, derivados do mini-álbum The Sin: Vanish. O projeto surge três dias após o lançamento do sétimo trabalho de estúdio do grupo, em 5 de janeiro. Todos os remixes mantêm o título The Sin: Vanish, com a identificação de cada artista.

A divulgação aconteceu em uma entrevista coletiva na sede da HYBE em Seul, com os sete integrantes presentes em tom descontraído. O grupo descreveu o projeto como uma oportunidade criativa para expandir a participação individual na produção, sem sair do conceito central da obra.

Sunoo, Sunghoon, Jay e Jake estiveram na linha da frente para falar sobre suas contribuições. Heeseung, Jungwon e Ni-ki completaram a formação, explicando as direções musicais que cada remix tomou, sempre conectadas ao espírito do álbum original.

O conceito e os remixes

Os sete remixes reúnem as 11 faixas do mini-álbum, incluindo o single Knife, mais narrações teatrais, uma esquete e versões próprias de cada membro. Há ainda uma versão em inglês de Knife e vocais específicos de cada artista. A ideia é manter a narrativa vampírica associada ao grupo e ao fandom ENGENE.

Para Jungwon, o remix aborda o nu metal com foco em uma energia de palco, integrando a visão da banda com elementos de hip-hop e trap e destacando a força para apresentações ao vivo. O produtor Armadillo ressalta o papel da bateria programada e da guitarra na construção do groove.

Heeseung apresenta uma versão com vibe hipnótica e dançante, acrescentando vocais adicionais e efeitos que ampliam a densidade da faixa original. O produtor Apro descreve a reestruturação para tornar o vocal mais marcante, sem perder o charme da composição.

Jay mergulhou numa pegada metal agressiva, criada em parceria com Frants para ampliar a percepção de palco e a energia da música, mantendo a essência da faixa original. A ideia era transformar Knife em uma faixa de grande impacto para performances.

Jake, da Austrália, explorou um hip-hop old-school de Memphis com uma abordagem minimalista, guiada pelo produtor Ca$hcow. O objetivo foi criar uma batida com foco em loops e tensão, mantendo a essência do vocal e da produção.

Sunghoon trouxe um baile funk vibrante, inspirado por tendências de conteúdo de curto formato, segundo a produção. A ideia era criar uma faixa de festa com potencial para engajamento em plataformas como TikTok, mantendo a identidade do artista.

Sunoo ficou com uma versão digi-pop de Knife, com tonalidade otimista e alinhada a uma tensão dramática. O estilo glitch pop foi adotado para entregar uma narrativa com impacto emocional, conforme explica o produtor Ca$hcow.

Ni-ki, o mais jovem, assinou o remix em estilo boom-bap acelerado, buscando uma vibe retrô do hip-hop. O início apresenta efeitos vocais com uma sensação de urgência, conforme descreve o produtor BreadBeat. A ideia é criar uma faixa para dançar.

Considerações finais

Ao longo da entrevista, o grupo comenta o amadurecimento artístico nos últimos cinco anos e a relação com o fandom ENGENE. As falas destacam a importância de manter a identidade do grupo enquanto exploram novas sonoridades e linguagens de palco.

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