- Chris Brown fechou um acordo preliminar com o letrista Steve Chokpelle e a Universal Music Group, que resolve as reivindicações dele sobre créditos e royalties das músicas Monalisa e Sensational, segundo documentos obtidos pela Rolling Stone.
- O acordo, ainda sem termos divulgados, encerra as reivindicações de Chokpelle contra Brown e a gravadora, conforme o documento apresentado no processo.
- Chokpelle alegou ter escrito letras de Monalisa e Sensational, dizendo que Brown gravou versões próprias após ouvir demos, com coautoria de Kingston e Lojay em diferentes etapas.
- A ação cita que Sensational rendeu mais de US$ 1 milhão em receita e que a faixa integrou o álbum 11:11, de Brown, lançado em 2023, com Kingston e Lojay como coautores.
- Além de Brown, a ação envolve Kingston e a Universal Music; o processo menciona prescrição de três anos para direitos autorais, enquanto Kingston está preso por fraude, cumprindo 42 meses de pena.
O cantor Chris Brown fechou um acordo preliminar com o letrista Steve Chokpelle, que alegava ter sido excluído de receitas de Monalisa e Sensational. O entendimento deve encerrar as reivindicações de forma ampla, segundo documento obtido pela Rolling Stone.
Chokpelle moveu a ação em fevereiro, após dizer que Brown pediu para compor letras em Los Angeles, em 2020. A obra Monalisa ganhou remix com Lojay e Sarz, com participação de Brown, alcançando topo nas paradas Afrobeats nos EUA.
A ação também afirma que Chokpelle escreveu a letra de Sensational. Segundo ele, Brown gravou a faixa com Lojay para o álbum 11:11, de 2023, atingindo o topo da R&B/Hip-Hop Airplay e chegando à Hot 100.
Detalhes do acordo
O acordo de princípio visa encerrar integralmente as reivindicações de Chokpelle contra Brown e a Universal Music Group, removendo-as do processo de royalties. Os termos não foram tornados públicos.
Brown e a gravadora argumentaram que Monalisa foi lançada por terceiros e que o prazo de prescrição para direitos autorais seria de três anos, o que influenciou a petição de arquivamento.
A notificação indica que as alegações contra Kingston também continuam, ainda sem resposta. Kingston cumpre uma pena de 42 meses por fraude envolvendo itens de luxo.
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