- Daniela Mercury afirmou que não dá para fazer arte que não emocione, destacando a importância do elemento humano na criação artística.
- Ela disse que a inteligência artificial oferece possibilidades, mas não pode substituir o papel humano na arte.
- A cantora também defendeu a continuidade dos prêmios musicais para valorizar artistas brasileiros.
- A declaração foi feita nesta quarta-feira, durante o Prêmio da Música Brasileira.
- Mercury exaltou o legado de Cazuza e sua contribuição para o debate público sobre o HIV.
Durante o Prêmio da Música Brasileira, Daniela Mercury afirmou que a arte precisa emocionar e que a inteligência artificial pode ampliar caminhos, mas não substituir a criatividade humana. A manifestação ocorreu nesta quarta-feira, em evento realizado no Brasil.
Ela destacou a importância das premiações musicais para valorizar os artistas nacionais, ressaltando que reconhecimentos ajudam a evidenciar o talento brasileiro em um cenário cada vez mais tecnológico.
A cantora também exaltou o legado de Cazuza, mencionando sua contribuição para o debate público sobre HIV e a defesa de temas relevantes na sociedade. A menção reforçou o papel histórico do artista na cultura brasileira.
A fala de Mercury evidencia o debate sobre IA na arte: ferramenta que pode oferecer possibilidades, porém sem descaracterizar o elemento humano presente na criação.
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