- Daniela Mercury prestigiou o Prêmio da Música Brasileira de 2026, realizado no Theatro Municipal do Rio, no dia dez de junho.
- Ela esteve indicada em duas categorias: Melhor Artista (Axé) e Melhor Lançamento por Cirandaia.
- Ao relembrar premiações anteriores, disse que na primeira fila estavam Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Maria Bethânia, e que as pernas tremiam.
- A cantora reforçou que não dá para fazer tudo pela internet e que a arte precisa emocionar, com encontro presencial.
- O Prêmio da Música Brasileira está premiando dezoito categorias, com Cazuza sendo homenageado nesta edição.
Daniela Mercury prestigiou o Prêmio da Música Brasileira 2026, realizado nesta quarta-feira, 10, no Theatro Municipal do Rio. A cantora esteve presente no evento que premia 18 categorias, com Cazuza como homenageado.
Indagada sobre suas indicações, ela lembrou títulos em duas categorias: Melhor Artista (Axé) e Melhor Lançamento por Cirandaia. Ela também ressaltou a importância de apoiar artistas mais jovens e de acompanhar a revelação de novos nomes.
“Quando recebi meus primeiros prêmios, a primeira fila tinha Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia… as pernas tremiam”, recordou. Ela reforçou o papel da experiência e do encontro olho no olho entre gerações.
IA e arte em debate
Mercury comentou sobre a presença da Inteligência Artificial em diversos setores. Segundo ela, não basta tudo ser feito pela internet, é preciso que a arte emocione e entre em contato com o público.
Ela enfatizou que o prêmio serve para reconhecer talentos, celebrar a atuação humana e incentivar a criação que toque as pessoas, reafirmando a importância de encontros presenciais.
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