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Peter Asher, o ‘Homem em Todo Lugar’ da música, revela segredo simples

Documentário mostra como Peter Asher moldou a era dos cantores-compositores e o som de Los Angeles, influenciando Taylor, King e McCartney

‘My life has been startlingly devoid of the standard rock’n’roll drug-and-sex dramas’ … Peter Asher in his office.
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  • Peter Asher, produtor e figura-chave da era pop, é tema do documentário Everywhere Man, que estreia nos cinemas em Nova York em 19 de junho e amplia para Reino Unido e Austrália a partir de 26 de junho.
  • Ele teve papel central na ascensão de James Taylor e Carole King, ajudando a popularizar o movimento de cantautoras nos anos setenta e moldando o som de Los Angeles.
  • Ao longo da carreira, Asher deu crédito aos músicos de estúdio e influenciou artistas como Linda Ronstadt, além de promover a visibilidade de instrumentos nas capas de álbuns.
  • A relação com John Lennon, Yoko Ono, Marianne Faithfull e Mick Jagger compõe parte do imaginário da narrativa, sem exibir um estilo de vida excessivamente glamoroso.
  • Em aspectos pessoais, o documentário aborda a perda do pai em 1969, momentos de depressão e a trajetória de Asher até retornar à produção de grandes artistas, incluindo Barbra Streisand e Rita Rosalía.

Peter Asher, figura central na história da música, ganha um retrato em documentário que revela sua trajetória ao longo de décadas. Everywhere Man mostra o papel dele na trajetória de nomes como James Taylor, Carole King e Paul McCartney. O filme marca o 82º aniversário do produtor.

A produção traça a influência de Asher na ascensão do movimento de cantores-compositores nos anos 70, bem como o desenvolvimento do que ficou conhecido como LA sound. O documentário também destaca a forma como ele creditou músicos de estúdio, alterando o conceito de participação.

O filme mergulha nos bastidores da Apple Records, com visitas a artistas como Billy Preston, Badfinger e Ronstadt. A obra enfatiza o impacto de Asher na carreira de James Taylor, desde a identificação de talento até a gestão de sua ascensão no estrelato.

Peter Asher concedeu entrevista de forma remota, de Malibu, onde se recupera de uma queda que quebrou a perna. Aos 81 anos, o produtor descreve a vida sem os clichês de rock’n’roll e mantém o tom de curiosidade intelectual.

Além das parcerias com Taylor e King, o documentário aborda o relacionamento com outros nomes icônicos, incluindo Marianne Faithfull e Mick Jagger. Também recapitula episódios dramáticos do passado sem entrar em detalhes sensacionalistas.

A narrativa relembra encontros históricos da família Asher com membros dos Beatles, inclusive Paul McCartney, que escreveu canções que influenciaram a carreira de Peter e seus irmãos. O histórico vínculo familiar é destacado como pano de fundo.

Entre os momentos marcantes, o filme destaca a saída de Asher da Apple para acompanhar Taylor a Warner Bros, após a morte do pai e uma fase de depressão. A mudança impulsionou a carreira de ambos no mainstream americano.

O documentário enfatiza a visão de Asher sobre produção musical, incluindo créditos explícitos aos músicos de estúdio, algo considerado inovador na época. A prática ajudou o público a reconhecer a importância de cada instrumento.

Everywhere Man chega aos cinemas de Nova York em 19 de junho, com ampliação prevista para 26 de junho no Reino Unido e na Austrália. O lançamento no Brasil ainda não tem data confirmada.

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