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Serena apresenta show ao vivo na sala de Dona Rachel

Serena leva performance ao vivo para a sala de Dona Rachel, registro audiovisual de impacto e acidez que traduz o caos cotidiano em som cru

Banda Serena, em foto promocional
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  • A banda Serena, de São Paulo, apresenta um registro audiovisual que combina performance ao vivo, narrativa de curta‑metragem e caos doméstico.
  • O material é um passo acima do disco anterior, Parque Das Ilusões, que circulou pelo circuito independente.
  • O projeto valoriza o peso do nu metal, a urgência do pop punk e as texturas do rock dos anos 2000.
  • A live session expõe as tripas da banda, que usa humor ácido e ironia para traduzir o sufoco do cotidiano e transformar o tédio em barulho.
  • A crueza sonora presente desde os primeiros ensaios continua presente na gravação.

A banda Serena, formada no underground de São Paulo, lança um registro audiovisual Ao Vivo Na Sala Da Casa Da Dona Rachel. O material combina apresentação ao vivo, narrativa de curta-metragem e a crueza sonora que marca o grupo desde os primeiros ensaios. A divulgação ocorreu em 8 de junho de 2026 pela gravadora/portal Tenho Mais Discos Que Amigos.

O projeto captura a essência de uma performance íntima, gravada em ambiente doméstico, com humor ácido e ironia para traduzir o cotidiano conturbado. O registro apresenta a energia típica da banda, mesclando peso do nu metal, urgência do pop punk e as texturas dos anos 2000.

Antes do registro, Serena já circulava no circuito independente com o disco Parque Das Ilusões. O conjunto afirma que o novo material reverencia obses­sões estéticas e intensifica o diálogo entre imagem e som, mantendo a proposta de transformar o tédio em barulho sem abrir mão da sinceridade.

Contexto da produção

A live session é apresentada como uma fusão entre performance ao vivo e narrativa visual, mantendo o tom mordaz que caracteriza a banda. O formato doméstico reforça a ideia de proximidade entre artista e público, sem perder a contundência sonora.

Sobre a divulgação

A matéria completa está disponível na peça publicada pela Tenho Mais Discos Que Amigos. O texto detalha referências estéticas e o conceito por trás do projeto, sem adotar linguagem opinativa ou subjetiva.

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