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Olivia Rodrigo transita do new wave para abordar amor fracassado em novo disco

Olivia Rodrigo lança álbum sobre amor fracassado, mesclando new wave dos anos oitenta a referências culturais, em meio a asks sobre a ruptura com Taylor Swift

Olivia Rodrigo em divulgação para o disco 'You Seem Pretty Sad for a Girl So in Love'
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  • O terceiro álbum de Olivia Rodrigo, You Seem Pretty Sad For a Girl So in Love, chega às plataformas nesta sexta-feira e tem treze faixas que exploram um relacionamento que fracassa desde o início até o fim.
  • O projeto foi feito com Dan Nigro, com a cantora ajustando músicas de amor para torná‑las mais honestas, tristes e com tons mais sombrios em vez de apenas raiva e término.
  • Rodrigo mergulha no new wave dos anos oitenta, inspirada por The Cure, Talking Heads e referências como Sex and the City, buscando uma paleta sonora mais vibrante.
  • A obra é apresentada como uma mininarrativa cronológica, escrita em tempo real a partir de vivências da cantora, com a música The Cure apontada como o ápice do álbum.
  • Em entrevista ao Popcast do The New York Times, a artista afirma querer provar que é possível escrever músicas de amor sem estar miserável e que mantém o foco na música mesmo diante de críticas e do escrutínio público.

Olivia Rodrigo lança neste sexta-feira o terceiro álbum da carreira, You Seem Pretty Sad For a Girl So in Love, com 13 faixas que exploram o amor falho em tempo real. O projeto chega às plataformas digitais como continuação de uma trajetória marcada por baladas confessionais e pop-punk.

O disco marca um giro na expressão da cantora de 23 anos, que começou a carreira como estrela revelação da década no pop. O álbum mergulha na fase final de um relacionamento, alternando momentos de entusiasmo, ruptura e aceitação, com uma paleta sonora inspirada no new wave dos anos 1980.

A produção fica a cargo de Dan Nigro, colaborador de longa data, que ajudou a moldar a narrativa cronológica em que as emoções vão surgindo conforme a relação se desenrola. O processo incluiu ajustar músicas já escritas para torná-las mais honestas, tristes e contidas.

Entre as referências citadas pela artista estão Annie Ernaux e a série Sex and the City, especialmente o arco entre Miranda e Steve. Rodrigo descreve o álbum como uma mininarrativa que parte de uma ideia de amor multifacetado, sem buscar apenas a raiva ou a tristeza do término.

O álbum também dialoga com sonoridades de 1980s, mesclando influências como The Cure, Talking Heads e No Doubt. Em entrevistas, Rodrigo detalha que a inspiração veio da experiência de estar apaixonada e do desejo de explorar sentimentos mais complexos dentro do pop.

Ao longo das entrevistas, a artista aborda ainda o impacto do escrutínio público sobre a vida pessoal, incluindo rumores sobre relacionamentos anteriores. Ela reforça a intenção de seguir compondo e compartilhando música sem se deixar paralisar pela pressão externa.

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