- Zizi Possi criticou a música brasileira atual durante a 33ª edição do Prêmio da Música Brasileira.
- Em entrevista à Revista Quem, disse que não consome os nomes da nova geração e afirmou: “Nenhum. Infelizmente. Eu adoraria gostar, mas não gosto”.
- A cantora apontou o foco digital como principal divergência, dizendo que métricas como curtidas e seguidores moldam o mercado mais do que a qualidade.
- Também criticou a homogeneização do conteúdo, dizendo que há várias “farinhas no mesmo saco” e que isso a distancia do cenário dominante.
Durante a 33ª edição do Prêmio da Música Brasileira, Zizi Possi participou de uma entrevista à Revista Quem e analisou o cenário atual da música. A cantora disse que não vê conexão com os nomes que dominam as paradas. O evento ocorreu em contexto de gala e celebração do setor.
Possi destacou que não se identifica com as produções da nova geração que hoje lideram o mercado. Ela explicou que não consome ativamente essas obras, afirmando que adoraria gostar, mas não gosta do que é apresentado.
A artista apontou o peso da visibilidade digital como fator decisivo na indústria fonográfica. Segundo ela, métricas como curtidas e seguidores às vezes se sobrepõem à qualidade e ao compromisso com a obra.
Visão sobre o cenário musical
Possi também criticou a tendência de homogenização na música popular. Ela afirmou que, ao buscar um padrão de sucesso, surgem trabalhos parecidos entre si, o que a distancia do que considera mais autêntico.
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