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Baile da Quebrada em Ceilândia une Copa do Mundo e cultura periférica

Ceilândia recebe Baile da Quebrada com transmissão de Brasil x Marrocos, DJs e shows de artistas periféricos, fortalecendo a representatividade

A programação contou com a transmissão da partida seguida de apresentações de DJs e artistas periféricos - (crédito: Luana Nogueira)
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  • O Baile da quebrada em Ceilândia transmitiu Brasil X Marrocos no Beco do Porco, com som, telão e apresentações de DJs e artistas locais.
  • A programação começou às 17h e terminou às 2h da madrugada, reunindo gente para assistir ao jogo e aproveitar o sarau.
  • Izabela Rodrigues de Jesus, 28 anos, chegou ao evento caracterizada para torcer pelo Brasil e curtir a festa com os amigos.
  • Jaluzza Alves, advogada, afirmou que o sarau é espaço de resistência e representatividade para pretos e pessoas da periferia.
  • Mesmo com o empate, a festa seguiu com animação, e torcedores mantiveram o ânimo na torcida pela vitória da seleção.

O baile da quebrada levou Copa do Mundo e cultura periférica para Ceilândia neste sábado. O projeto Sarau-Vá transmitiu o jogo do Brasil contra Marrocos no Beco do Porco, reunindo som, telão e apresentações de artistas do Distrito Federal. A programação começou às 17h e segue até as 2h.

A transmissão contou com DJs locais e artistas da cena periférica, promovendo a convivência entre torcedores. O objetivo é ampliar o alcance da cultura negra e periférica na região, conectando o futebol ao eixo cultural da cidade.

A iniciativa ocorreu em Ceilândia, às margens da cidade, com estrutura de som e telão montada para o público. A partir do jogo, o evento passou a incluir apresentações artísticas, mantendo o ritmo da celebração pela noite toda.

Entre os frequentadores, a participação de quem já colabora com o Sarau-Vá foi destacada. Os presentes viram no encontro uma oportunidade de torcer pelo Brasil e aproveitar o acervo cultural da periferia local, em um espaço conhecido pela acolhida.

A advogada Jaluzza Alves ficou satisfeita com o formato, que reúne pessoas pretas em um espaço da periferia. Ela aponta que o sarau funciona como espaço de resistência e de compartilhamento de experiências.

Apesar do empate, a programação manteve o clima festivo. Os torcedores continuaram a curtir as atrações, mantendo a mobilização para apoiar a seleção brasileira e manter o espírito da Copa.

A expectativa de evolução do time brasileiro também foi mencionada pela organização e pelos presentes. Acredita-se que a equipe tem potencial para avançar na competição, mantendo o otimismo para as próximas partidas.

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