- Kim Thayil revelou, em trecho da autobiografia recém-lançada, que percebeu algo fora do comum quando Chris Cornell não quis ficar com a banda após o último show em Detroit.
- Cornell morreu por suicídio naquela madrugada em Detroit, enquanto a banda seguia viagem para a próxima cidade da turnê, Columbus.
- Thayil disse não acompanhar plenamente a vida pessoal de Cornell na época e que a banda não se conectava muito fora dos shows.
- A confirmação da morte chegou depois de várias ligações e mensagens na internet durante a viagem, quando perceberam que algo grave tinha ocorrido.
- O texto descreve o impacto do ocorrido entre os colegas e o luto vivido nos dias seguintes, com reflexão sobre o que poderia ter sido visto.
- No Brasil, o Centro de Valorização da Vida (CVV) atende gratuitamente 24 horas pelo telefone 188 e por outros canais no site cvv.org.br.
Em 2017, Chris Cornell, vocalista do Soundgarden, morreu por suicídio em Detroit, durante a turnê da banda. A notícia caiu como um choque para fãs e para os colegas de grupo, que seguiam na estrada rumo à próxima apresentação.
Kim Thayil, guitarrista do conjunto, revisita a noite em trecho de sua autobiografia recém-lançada nos EUA. O músico descreve que percebeu algo fora do comum quando Cornell não quis ficar com a banda após o último show, em Detroit, antes de morrer naquela madrugada.
A percepção de Thayil ocorreu enquanto a banda viajava de madrugada para Columbus, cidade seguinte na programação. Mensagens começaram a chegar na internet anunciando a suposta morte, o que gerou incredulidade entre os integrantes.
Segundo o relato, a equipe de apoio recebeu a confirmação de que Cornell havia falecido no quarto de hotel logo após o show. A notícia foi repassada aos demais membros, que passaram a lidar com o ocorrido ao lado de familiares.
Thayil reflete ainda sobre a dificuldade de perceber sinais no amigo de longa data. O guitarrista afirma que, com o passar dos dias, viu-se obrigado a reavaliar momentos que poderiam ter sido interpretados de forma diferente.
Nos dias seguintes, os integrantes buscaram apoio junto às famílias e enfrentaram o luto, com relatos de angústia, lágrimas e tentativas de entender o que aconteceu. A banda encerrou o capítulo com a perda do colega.
Contexto e apoio emocional
A produção das atividades após a tragédia envolveu uso de apoio emocional entre os presentes, enquanto amigos próximos relembrem a importância de manter redes de suporte. Em situações de crise, organizações de atendimento podem oferecer orientação e escuta.
No Brasil, o Centro de Valorização da Vida CVV oferece apoio emocional e prevenção do suicídio 24 horas por dia. Qualquer pessoa pode contatar pelo telefone 188, e também por e-mail, chat e Skype, conforme informações no site cvv.org.br.
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