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As melhores músicas da Copa do Mundo e as que você pode ter esquecido

Da estreia dos hinos oficiais aos tesouros esquecidos, a lista da Copa revela como a trilha sonora moldou o torneio ao longo das décadas

Fotos: SGranitz/WireImage, MB Media/Getty Images e Lester Cohen/WireImage
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  • Destaques da trilha sonora oficial da Copa desde 1990 até 2022, com foco nos hinos que ficaram marcantes e alguns esquecidos.
  • The Cup of Life, de Ricky Martin, (1998) foi o primeiro hino oficial patrocinado pela FIFA a explodir no mundo.
  • Waka Waka (This Time for Africa), de Shakira (2010), tornou-se um dos maiores clássicos de Copa e recordista de streaming.
  • Gloryland, de Daryl Hall & Sound of Blackness (1994), tornou-se símbolo patriotico durante a edição sediada pelos Estados Unidos.
  • Hayya Hayya (Better Together), de Trinidad Cardona, Davido e Aisha (2022), celebração de união e interculturalidade no torneio mais recente.

Ao longo das Copas, as músicas oficiais da FIFA ganharam destaque quase tão grande quanto as partidas. Este levantamento revisita hinos oficiais desde 1990, destacando momentos marcantes e joias pouco lembradas pelo tempo. A seleção mostra a diversidade de estilos que acompanham o torneio.

Entre os destaques, o hino da Copa de 1998 elevou o pop latino com Ricky Martin. Em 2010, Shakira associou samba e ritmos africanos em Waka Waka, fenômeno global. Em 2006, Il Divo e Toni Braxton apresentaram uma balada de tom épico para o torneio na Alemanha. Houve também misturas de genres até 2022 com collabs internacionais.

A lista mostra ainda hinos menos lembrados que ajudaram a moldar a identidade sonora de cada edição.^1 A seleção de faixas oficiais evidencia a ideia de futebol como celebração comunitária, culturalmente diversa e global.

Hinos que marcaram época

The Time of Our Lives, Il Divo com Toni Braxton, 2006, Alemanha, conduziu um tom mais operístico. A orquestra em crescendo realçou o tema da glória e da dor da grande final. A faixa consolidou o papel do hino como aquecimento emocional.

Hayya Hayya (Better Together), Trinidad Cardona, Davido e Aisha, 2022, Catar, mostrou energia pop com influências do Afrobeat. A canção enfatizou a unido entre povos e culturas, reforçando o espírito da competição.

Gloryland, Daryl Hall & Sound of Blackness, 1994, EUA, remete ao patriotismo com coro gospel. O resultado foi uma peça de forte sensação nacional, associando corrida pela taça a um hino de união comunitária.

Anos de impacto e origem

Dar um Jeito (We Will Find a Way), Santana, Wyclef Jean, Avicii e Alexandre Pires, 2014, Brasil, misturou rock, EDM e samba. Letras de superação viraram mensagem de esperança para crianças ao redor do mundo.

We Are One, Jennifer Lopez, Pitbull e Claudia Leitte, 2014, Brasil, manteve o clima festivo com fusões entre ritmos latino-americanos. A faixa gerou leitura de celebração global, apesar de ocorrer em meio a debates sobre o calendário esportivo.

El Rock del Mundial, Los Ramblers, 1962, Chile, abriu caminho histórico para hinos de Copa. O rockabilly festivo ajudou a popularizar a ideia de trilha sonora oficial, além de incentivar a seleção anfitriã naquele torneio.

Waka Waka (This Time for Africa), Shakira, 2010, África do Sul, tornou-se referência mundial. A faixa liderou rankings e entrou para o livro dos recordes, consolidando o papel da música como extensão da torcida.

O Cup of Life, Ricky Martin, 1998, França e América Latina, definiu o formato de hino comercial para Copas. A canção impulsionou a explosão do pop latino e abriu espaço para grandes apresentações globais.

^1 Observação: a seleção escolhida enfatiza a percepção histórica de cada edição, sem pretensão de esgotar todo o repertório disponível.

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